O jejum intermitente combate a resistência à insulina, que, por sua vez, previne a diabetes tipo 2. Num estudo com ratos, a diabetes tipo 2 foi completamente evitada pelo jejum intermitente. Os ratos e os humanos são semelhantes no metabolismo da gordura e da glicose, o que faz com que esses resultados pareçam promissores. Estudos em humanos mostram que os níveis de açúcar no sangue diminuem até 6 porcento e os níveis de insulina até 31 porcento com o jejum intermitente. (Ligação1, Ligação2)


Os estudos que conhecemos com o IF em humanos são curtos em duração, curtos demais para percebermos o efeito que este padrão alimentar tem realmente na composição corporal e saúde quando adoptado para a vida, ou por um longo período de tempo. Pensando de uma forma evolucionista, o jejum será um sinal externo de ausência de alimento e de um ambiente hostil. Nestas condições o corpo é obrigado a mobilizar reservas, mas ao mesmo tempo garantir que no futuro conseguimos lidar melhor com um factor de stress semelhante – criar mais reservas. Estas adaptações são mediadas hormonalmente por um aumento do cortisol, redução das hormonais sexuais (estradiol e testosterona), leptina, e T3. Pela minha experiência, a tendência a médio-longo prazo da prática de IF é um aumento da acumulação de gordura na faixa abdominal, frontal e flancos essencialmente, e perda de massa muscular generalizada. Um padrão que podemos designar por “falso magro”, com um peso normal mas com uma elevada relação entre a gordura abdominal e membros. Nas mulheres é também comum ocorrerem distúrbios do ciclo menstrual decorrentes da diminuição da leptina, estradiol e progesterona. Consequências reversíveis com a mudança de práticas alimentares.
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A dieta proposta no estudo consiste em comer apenas em uma faixa horária do dia, em particular por 8 horas, daí o nome de dieta do jejum intermitente 16:8 que, testada em indivíduos obesos, em particular 23 com a média de idade de 45 anos e um índice de massa corporal médio de 35 (tendo em conta que 30 é o limiar, para além do qual, a OMS fala em obesidade).

Ao seguir um método de jejum intermitente, o glucagon e outros hormônios que quebram gorduras ficam mais tempo atuando no organismo, o que facilita a perda de peso. Além disso, o jejum evita grandes picos de insulina o que pode prevenir a resistência à insulina, mas para isso é preciso tomar cuidado para não exagerar nos carboidratos ao retomar a alimentação.


Exercício: Durante o exercício, as células musculares queimam calorias para fornecer energia para a contração muscular. Embora a maior parte da energia vá impulsionar a contração, uma quantidade considerável de energia é “perdida” como calor. Este processo termogênico é a razão pela qual a temperatura do seu corpo sobe durante o exercício e porque você começa a suar. Quanto mais você se exercita, mais energia é desperdiçada como calor. Embora o principal efeito de queima de energia do exercício ainda seja a contração muscular real, você queima uma quantidade considerável de calorias como calor e quanto mais calorias você queima, mais peso você pode perder.
Estudos têm demonstrado que os alimentos vegetarianos conter mais fibras e menos ácido solúvel em gordura do que os alimentos normais. A fibra pode reduzir a transformação de ácidos biliares primários em secundários - as substâncias que foram mostrados para causar câncer de cólon. ácidos graxos e esteróis podem aumentar o risco de câncer de cólon. Os alimentos vegetarianos também contêm substâncias que podem ajudar a prevenir câncer como antioxidantes e produtos químicos da planta.

1. Faça, no mínimo, cinco refeições por dia - por mais que na teoria a maioria das pessoas saiba dessa regra, o que mais se vê por aí é gente passando fome para emagrecer. Metabolismo manda beijo e diminui o ritmo pra estocar. “O corpo passa a armazenar energia em vez de gastá-la. Além disso, você sentirá mais fome na próxima refeição“, lembra Paula Castilho, nutricionista da Sabor Integral Consultoria em Nutrição. Planeje cinco ou seis refeições ao longo do seu dia, com intervalos regulares. Uma hora antes de se exercitar, faça uma refeição leve com carboidrato e uma hora depois reponha carboidrato e acrescente uma proteína. Veja os alimentos que secam a barriga aqui.
Se o objetivo de jejuar for emagrecer, é importante ter uma alimentação saudável no restante no dia. Se o paciente enfiar o pé na jaca, não adianta ficar horas sem comer. “Criei um conceito chamado alimentação forte para mostrar para as pessoas o que é, de fato, uma alimentação saudável baseada na ciência", fala Polesso. "É necessário excluir da dieta alimentos processados, refinados, açúcares e as gorduras ruins, como óleos vegetais de milho, canola e soja, encontrados na margarina, por exemplo.”
Uma outra limitação nos estudos que sugerem um impacto metabólico positivo do jejum é não serem claros quanto ao tempo ideal sem comer. É incerto se 16 horas de jejum é mais favorável do que 12 horas, por exemplo. Pessoalmente, e pelos motivos mencionados acima, sou favorável a jejuns nocturnos entre 10-12 horas, até ao pequeno-almoço do dia seguinte. Os ciclos de depleção/repleção do glicogénio hepático são reguladores periféricos do nosso relógio biológico. O fígado comunica o seu status energético com o cérebro através do nervo vago, e condiciona o seu próprio metabolismo. A sensibilidade à insulina e capacidade de captação da glicose aumenta substancialmente após um jejum de duração suficiente para depletar as suas reservas. E convém salientar que o glicogénio muscular não é afectado pelo prolongamento do jejum uma vez que apenas é mobilizado em situações de esforço físico. Em repouso o músculo utiliza preferencialmente ácidos gordos e glicose captada de circulação após refeições. Na verdade, a actividade física muda tudo, pois independentemente da hora em que ocorre, o pós-treino será sempre um momento importante para ingestão de hidratos de carbono e aporte significativo de energia.
Ao seguir um método de jejum intermitente, o glucagon e outros hormônios que quebram gorduras ficam mais tempo atuando no organismo, o que facilita a perda de peso. Além disso, o jejum evita grandes picos de insulina o que pode prevenir a resistência à insulina, mas para isso é preciso tomar cuidado para não exagerar nos carboidratos ao retomar a alimentação.
Exercícios físicos: A maioria dos protocolos de jejum intermitentes populares também recomendam treinamento de força e musculação, que são muito importantes para queimar a gordura corporal e manter a massa magra. É normal que nos primeiros dias você não tenha tanta energia para fazer os exercícios. Apesar de ser mais eficiente treinar em jejum devido à maior facilidade de queimar gordura, tente encontrar o horário mais adequado para a prática de exercícios, de modo que ele seja efetivo e não leve seu corpo à fadiga total.
Ich habe nun die erste Woche des Coachs erfolgreich absolviert und habe heute die zweite gestartet. Das Programm ist wirklich gut gestaltet und der leicht kompetitive Aspekt gefällt mir sehr. Da ich nun für zwei Wochen Urlaub habe, würde ich gerne den ganzen Fastentag unter der Woche, nicht am Wochenende absolvieren (da ist meine Familie anwesend und sollte von mir bekocht werden). Gibt es eine Möglichkeit den Fastentag nach vorne (auf Donnerstag) zu verlegen?
Coloque as ervas (1 colher de sopa de cada uma, com exceção do chá-verde que deve ser usado em menor quantidade: apenas 1 colher de sobremesa) em um recipiente de vidro ou porcelana. Metais como inox ou alumínio interferem negativamente nas propriedades do chá. Em uma panela à parte, leve 1 litro de água ao fogo e, assim que começar a ferver, jogue sobre as ervas. Abafe com uma tampa ou um pires por 10 minutos. Coe e beba frio ou quente, no intervalo das refeições.

Uma mulher em forma tem entre 21 e 24% de gordura corporal, mas até 31% é um nível aceitável. Para homens, o ideal é entre 14 e 17% e o aceitável é até 25%. Todos têm um nível essencial mínimo de gordura no corpo (para os homens ele é menor) que nunca conseguem perder sem causar danos à saúde.[12] Então saiba o que é melhor para você, e o que é realista!
Este é o retrato da saúde da sociedade moderna. Andamos com a insulina permanentemente elevada, ou seja, passamos a maior parte dos nossos dias em “modo de depósito”. Este dado é fundamental para percebermos como chegámos até aqui. Não foi só a transição para uma alimentação desadequada, mas também o progressivo encurtamento dos períodos de jejum foi determinante para o cenário em que vivemos atualmente.
Evite dietas radicais. Tudo que é extremo não é tão saudável. Seja preparar sucos, jejum ou apenas cortar um grupo de alimentos, se não for sustentável, provavelmente não é tão bom. Você pode ver ótimos resultados inicialmente, mas no longo prazo isso mexe com seu metabolismo e no final acaba tendo impacto negativo em você. Então, repetindo, evite dietas radicais. Seja saudável e evite extremismos.
Obviamente, perder peso não é um passeio. Os médicos costumam dar à perda forçada de gordura corporal o nome de distúrbio eletrolítico. Quem já fez regime sabe que em um primeiro momento, além da fome abissal e do humor azedo, fazem parte do processo espasmos musculares, distúrbios intestinais, tontura, cãibras e outros efeitos desagradáveis. Com o tempo, entretanto, o organismo se acostuma às novas condições e passa a funcionar melhor — ou seja, paciência e disciplina são fundamentais. Em tratamento há quase um ano, a estudante de odontologia Isabela Miranda, 25, aderiu ao jejum nos últimos três meses. “Eu me dei conta de que muitas vezes comia apenas por hábito, não por necessidade”, diz ela, que passou de 76 para 47 quilos.
Os estudos que conhecemos com o IF em humanos são curtos em duração, curtos demais para percebermos o efeito que este padrão alimentar tem realmente na composição corporal e saúde quando adoptado para a vida, ou por um longo período de tempo. Pensando de uma forma evolucionista, o jejum será um sinal externo de ausência de alimento e de um ambiente hostil. Nestas condições o corpo é obrigado a mobilizar reservas, mas ao mesmo tempo garantir que no futuro conseguimos lidar melhor com um factor de stress semelhante – criar mais reservas. Estas adaptações são mediadas hormonalmente por um aumento do cortisol, redução das hormonais sexuais (estradiol e testosterona), leptina, e T3. Pela minha experiência, a tendência a médio-longo prazo da prática de IF é um aumento da acumulação de gordura na faixa abdominal, frontal e flancos essencialmente, e perda de massa muscular generalizada. Um padrão que podemos designar por “falso magro”, com um peso normal mas com uma elevada relação entre a gordura abdominal e membros. Nas mulheres é também comum ocorrerem distúrbios do ciclo menstrual decorrentes da diminuição da leptina, estradiol e progesterona. Consequências reversíveis com a mudança de práticas alimentares.
Cada vez mais pessoas sofrem de inflamação crónica da glândula da tiroide e apresentam sintomas como palpitações, sudorese, pressão alta (hipertensão), diarreia, perda de peso, insónia, ansiedade, inquietação, mãos trémulas, fraqueza muscular, nervosismo e desejo. Existem evidências de que o jejum intermitente, sob supervisão médica, pode ter efeitos positivos para a doença. (Ligação 1, Ligação 2).
Seguir uma dieta balanceada: isso não significa que você terá que fechar a boca ou viver de salada, como muitos pensam… Pelo contrário! Uma alimentação equilibrada inclui todos os grupos de alimentos, porém, consumidos com equilíbrio e sem exageros, uma vez que nosso organismo só armazena na forma de gordura aquilo que está em excesso no nosso corpo e que não foi utilizado para o fornecimento de energia;
O IF é muitas vezes defendido sob a premissa de ser prática corrente entre os nossos antepassados. A verdade é que não há forma de sabermos ao certo o padrão alimentar nos primórdios da nossa evolução, e existem até evidências paleontológicas de que os alimentos eram armazenados para consumo posterior. Seria também prática comum entre os guerreiros em batalha, sendo até um dos modelos mais conhecidos apelidado de “Warrior Diet”. Mas ao contrário da percepção romântica que idealiza o guerreiro pelo modelo Grego e Espartano de homem musculado, os relatos históricos caracterizam o guerreiro como um homem possante e “barriga proeminente”. Mais próximo do que eu próprio identifico na prática. Não podemos de forma alguma basear a nossa opinião em relatos de pessoas que seguem o Jejum Intermitente com sucesso, em particular nos aspectos mais superficiais como a composição corporal. Claro que o que lemos na internet está enviesado para os resultados positivos e não reflete a generalidade. Não que sejam falsos, mas existirão muitas outras pessoas caladas em que a experiência não foi assim tão boa. 
Há provas de que contribuem para o aumento do risco de doença cardíaca e cancro. "Carnes magras, pescado, laticínios magros e leguminosas têm uma digestão lenta e libertam gradualmente os amidos, o que lhes confere um índice glicémico mais baixo, tudo efeitos muito positivos, que se associam ao aumento da saciedade e à redução da produção de insulina", refere.
Pesquisadores da Universidade de Oxford seguiram 35.000 indivíduos com idades entre 20 a 89 por um período de cinco anos e a conclusão foi que veganos são 30% mais propensos a fraturar um osso do que vegetarianos e onívoros. Um estudo posterior feito na Austrália concluiu que vegetarianos tinham ossos 5% menos densos do que os não vegetarianos. Isto pode ser atribuído a um consumo menor de cálcio devido às limitações da dieta. O assunto é sério, osso não dói e a osteopenia/osteoporose pode se desenvolver de forma silenciosa.
O que dá esse poder ao hibisco? Sobretudo a alta concentração de antocianina – pigmento da família dos flavonoides -, que tem ação antioxidante (tira boa parte dos radicais livres de cena) e anti-inflamatória (combate a inflamação das células, permitindo que elas voltem a exercer totalmente suas funções). Resultado: “O organismo deixa de acumular toxinas – substâncias inimigas que dificultam o emagrecimento”, explica Lucyanna Kalluf, nutricionista funcional especializada em fitoterapia do Instituto Alpha de Saúde Integral, em São Paulo.
Participaram do estudo 27 pessoas, que foram divididas em dois grupos que deveriam seguir a dieta 5:2 ou uma dieta diária de restrição calórica. Os indivíduos sob a dieta 5:2 comiam normalmente por cinco dias e nos dois dias de jejum consumiam 600 calorias. Já aqueles na dieta diária foram aconselhados a reduzir as calorias diárias: as mulheres ingeriram cerca de 1400 calorias, e os homens, aproximadamente 1900 calorias/dia.
Quando se faz refeições pequenas a toda hora, o corpo está constantemente produzindo insulina e nunca chega ao estágio de queima. Além disso, nunca vai se sentir 100% satisfeito. Por isso, em vez de fazer de cinco a seis refeições pequenas por dia, faça três refeições principais maiores e dois lanches. É a mesma ideia ajustada para ser mais eficaz.[5]
Por mais que você sinta a falta de determinados alimentos no começo da dieta vegetariana, vai se acostumar com o tempo com as frutas, verduras e legumes. Além disso, como o emagrecimento acontece mais rápido, isso acaba servindo como incentivo, especialmente quando as pessoas ao seu redor começarem a notar a sua nova silhueta e as suas roupas ficarem largas.
“A dieta vegetariana provou ser a mais efetiva para a perda de peso. Nós mostramos que uma dieta vegetariana é mais efetiva na redução da gordura e, portanto, acelera o metabolismo. Esse achado é importante para quem está tentando perder peso, inclusive quem sofre de síndrome metabólica ou diabetes tipo 2. Mas é também relevante a todos que queiram cuidar do peso corporal e manter-se saudáveis”, diz em comunicado Hana Kahleová, diretora de pesquisa clínica do Comitê Médica para Medicina Responsável em Washington, Estados Unidos, e autora principal do estudo.
«A principal vantagem de emagrecimento do chá prende-se com a hidratação. O consumo regular desta bebida melhora o funcionamento das células, acabando com alguns dos obstáculos e dos bloqueios à perda de peso», afirma Adélaïde d'Aboville, dietista e nutricionista francesa, que recomenda, contudo, um maior consumo dos chás pobres em teína, «como o vermelho, também apelidado de rooibos», sugere a especialista.
Em média, o peso que se perde durante o nosso programa de jejum e desintoxicação é entre 0,25kg e 0.5kg por dia. Algumas pessoas perdem mais, outras menos. Infelizmente, parece que aquelas pessoas mais desesperadas para perder peso, e que já tentaram muitos tipos de programas diferentes, acabam por ser aquelas com mais dificuldades em se livrarem dos quilos a mais. O nosso corpo é extremamente inteligente, e se já experimentou um ou mais programas de dietas, ele aprende a sobreviver com um mínimo de energia e quando é privado de alimentos entra num modo de sobrevivência e torna-se muito mais difícil perder peso.

“Durante a dieta, eu tomava o chá verde Dr. Dukan todos os dias. Não tinha um horário específico, mas gostava de tomar pois sentia os efeitos estimulantes e termogênicos da pimenta caiena. Gostei tanto que continuo tomando o chá mesmo depois de ter terminado a Dieta Dukan. Sinto uma disposição maior quando tomo o chá, isso às vezes me ajuda a fazer as atividades físicas do dia”, relata Adriana.
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