Seguir uma dieta vegetariana reduz até duas vezes mais o peso corporal em relação às dietas de baixa calorias tradicionais, de acordo com um novo estudo, publicado pela revista científica Journal of the American College of Nutrition, no início de junho. Embora envolva poucos participantes, a pesquisa mostrou ainda que a dieta vegetariana também acelera mais o metabolismo e reduz a gordura corporal, em comparação às demais dietas.
Alimentação com elevado teor de hidratos de carbono e açúcares + várias refeições ao longo do dia > Hiperestimulação crónica da insulina > depósito progressivo de gordura e incapacidade de a usar como fonte de energia > perturbação dos mecanismos da fome e saciedade, aumento patológico da gordura corporal > resistência do organismo ao excesso de insulina > secreção de ainda mais insulina para tentar compensar a resistência > agravamento da obesidade à qual se associam a diabetes tipo 2, elevação do colesterol, hipertensão arterial, elevação do ácido úrico, fígado gordo, apneia do sono… doença cardiovascular e morte prematura!!!
O assunto tem atraído tamanha atenção que, apenas em 2016, mais de uma centena de estudos foi publicada sobre o tema. A indústria farmacêutica vive uma verdadeira corrida a substâncias que induzam quimicamente o efeito provocado pelo jejum nas células para tratar de doenças que vão de câncer a diabetes, passando, claro, pela gordura em excesso. Não à toa, o jejum tem se transformado na opção preferencial de celebridades para alcançar a boa forma. Nos Estados Unidos, estrelas como Beyoncé, Gwyneth Paltrow e Salma Hayek já aderiram ao método. Por aqui no Rio, onde 55,7% da população sofre com o excesso de peso, o regime da boca fechada ganhou uma garota-propaganda em março do ano passado, quando a atriz Deborah Secco deixou os fãs estupefatos ao surgir linda e trincada de biquíni apenas três meses depois do nascimento de sua filha. Em entrevista, ela contou que secou ao adotar o regime do jejum logo após dar à luz Maria Flor, perdendo os 19 quilos decorrentes da gestação, ao comer apenas de 23 em 23 horas. Apesar de não haver consenso quanto ao tempo ideal de jejum, a experiência clínica mostra que, em alguns casos, jejuar por pelo menos seis horas já induz o processo de regeneração celular. “Há cinco anos, era só falar em jejum intermitente para começar uma polêmica entre apoiadores e a turma contrária. Agora a ciência já provou que é um recurso que controla bem a saciedade e de fato funciona”, diz o médico Rodrigo Moreira, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). “Mas é importante lembrar que, quando se come, é fundamental ter uma refeição equilibrada, orientada, com todas as vitaminas e nutrientes necessários.”

Muitos estudos mostram que os veganos têm um risco maior de deficiência de vitamina B12, vitamina D3, ômega-3, iodo, ferro, cálcio e zinco. Isso pode representar um risco particular para aqueles com necessidades especiais, como crianças, mulheres grávidas e lactantes. Além de procurar orientação profissional para compor uma dieta balanceada, muitas vezes é necessário o uso de suplementos.


Isso é importante porque o aumento da gordura subfascial em pacientes com diabetes tipo 2 tem sido associado à resistência à insulina, portanto, reduzir isso poderia ter um efeito benéfico sobre o metabolismo da glicose. Além disso, a redução da gordura intramuscular pode ajudar a melhorar a força muscular e a mobilidade, particularmente em pessoas mais velhas com diabetes.
O ideal é consumir apenas duas xícaras de chá diariamente dessa combinação. O modo de preparo desse chá consiste em colocar 1 pau de canela e 10 cravos da índia em 500ml de água fervendo e deixar cozinhar por 5 minutos. Assim que retirar o chá do fogo é preciso adicionar o gengibre ralado a gosto e deixar a infusão agir por 3 minutos para então toma-lo.
Os pesquisadores descobriram que os obesos que seguiram a dieta 16:8 consumiram menos calorias, perderam peso e tiveram melhoras na pressão arterial. Na verdade, em média, os participantes consumiram cerca de 350 calorias a menos, perderam cerca de 3% do seu peso corporal e viram a sua pressão arterial sistólica diminuir em cerca de 7 mm de mercúrio (mm Hg), a medida padrão de pressão sangue. Todas as outras medidas, incluindo massa gorda, resistência à insulina e colesterol, foram semelhantes ao grupo controle.
Ao diminuir este processo, o chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e nos quadris. Ainda não está claro qual é a substância presente na bebida que é responsável pelo benefício. Porém, acredita-se que a ação antioxidantes dos flavonoides antocianina e quercetina contribuem para reduzir o depósito de gordura.
Este é o retrato da saúde da sociedade moderna. Andamos com a insulina permanentemente elevada, ou seja, passamos a maior parte dos nossos dias em “modo de depósito”. Este dado é fundamental para percebermos como chegámos até aqui. Não foi só a transição para uma alimentação desadequada, mas também o progressivo encurtamento dos períodos de jejum foi determinante para o cenário em que vivemos atualmente.
Ultimamente ser vegetariano está se tornando muito comum entre as pessoas, algumas por motivos culturais, religiosos ou até mesmo por conta da saúde. Segundo uma pesquisa realizada em outubro de 2012 pelo IBOPE, cerca de 15,2 milhões de brasileiros se declaram vegetarianos. Isso corresponde a 8% da população do país. O estado do Ceará está no topo do ranking com a maior população vegetariana do Brasil, 350 mil pessoas.
Outras substâncias (enzimas e mucilagens) presentes na planta agem em áreas diferentes. No estômago, facilitam a digestão; no intestino, impedem parte da absorção do carboidrato e da gordura dos alimentos; e nos rins, anulam temporariamente a ação do hormônio antidiurético, quando o organismo aproveita para se livrar do excesso de líquidos. Ainda não acabou: “O hibisco tem vitamina C, que diminui a pressão na parede dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação, e cálcio, mineral importantíssimo para os ossos e um facilitador na perda de peso, segundo estudos recentes”, afirma a bióloga Lúcia Helena Guerra Arantes, de Belo Horizonte.

Os pesquisadores descobriram que os obesos que seguiram a dieta 16:8 consumiram menos calorias, perderam peso e tiveram melhoras na pressão arterial. Na verdade, em média, os participantes consumiram cerca de 350 calorias a menos, perderam cerca de 3% do seu peso corporal e viram a sua pressão arterial sistólica diminuir em cerca de 7 mm de mercúrio (mm Hg), a medida padrão de pressão sangue. Todas as outras medidas, incluindo massa gorda, resistência à insulina e colesterol, foram semelhantes ao grupo controle.


Os vegetarianos são geralmente no menor risco de obesidade e excesso de peso do que outros. Portanto, eles são menos propensos a sofrer de obesidade - doenças relacionadas, tais como diabetes, cálculos biliares, hipertensão e doença arterial coronariana. No entanto, se você quer alcançar estes benefícios de saúde da dieta vegetariana, você deve praticar o vegetarianismo da maneira correta e adequada: evitando perda de peso e ser magro. Se as pessoas, como crianças e adolescentes seguir esta dieta, o seu crescimento pode ser afetado negativamente. Se as mulheres grávidas seguir uma dieta vegetariana, eles podem tornar-se abaixo do peso, menor ganho de peso e enfrentar o risco de baixo peso ao nascer. Portanto, as pessoas devem seguir esta dieta, dependendo da sua situação e sua condição corporal.

Certamente, as plantas podem ajudar cheiro fedido usreduce, com exceção de cebola e alho! Laticínios e consumo de carne é um dos reasonsfor direta mais comum a maior quantidade de acidez dentro do nosso corpo e da quantidade de odor corporal e respiração fedido. Cebola e alho são simplesmente os alimentos que causam odor na respiração devido à sua enxofre antioxidante saudável, que é um agente de desintoxicação para a nossa fígado. Eles não fedem por causa das mesmas razões que leite e carne.
Pratique exercícios. A melhor forma de perder peso de maneira saudável é diminuir a ingestão calórica e aumentar a queima de calorias por meio das atividades físicas. Todos os tipos de atividade aeróbicas são saudáveis e trazem melhoras nos sistemas cardiovascular, nervoso e imunológico, no humor, nas articulações e nos músculos.[10] Tente fazer 150 minutos desses exercícios por semana.
O jejum intermitente é o último segredo para fazer com que sua máquina elimine excessos. Mas o especialista alerta que é necessário que isso seja feito com cuidado. “A prática de jejum intermitente pode ser poderosa, mas a prioridade precisa ser nos outros passos anteriores. Só depois de aplicar a alimentação correta é que o jejum pode ser feito de forma gradual e correta”, comenta Polesso, destacando que esse processo possibilida que o corpo acesse as gorduras extras como forma de energia, ajustando as engrenagens do metabolismo e permitindo que ele funcione corretamente.

Até um certo ponto, todas estas dietas mostram alguns resultados pois todas elas obedecem á segunda lei. Ao reduzir a quantidade de calorias que ingerimos, estamos a reduzir gorduras. Infelizmente, perder peso não é assim tão simples, como todos aqueles que já tentaram bem o sabem. Além disso, contar as colorias que se ingerem está tão fora de moda como o conceito de que o sol anda á volta da terra. O problema é que o corpo não coopera. Se você tentar perder peso com: fazer mais exercício e comer menos, o seu corpo irá tentar compensar ao metabolizar mais eficazmente. O corpo tem um peso fixo, ao qual os peritos em obesidade chamam "ponto de retorno", que é um peso ao qual o corpo está sempre a tentar regressar.
A preferência é que coma normalmente nesse período, e o melhor é que o seu normal seja uma alimentação bastante saudável. Ainda assim, os estudos mencionados simplesmente não controlavam a alimentação das pessoas no período em que podiam comer. Se as pessoas comiam muito, pouco ou normal, é impossível saber. O fato é: as pessoas estavam livres para comer como quisessem na fase de alimentação, e os resultados foram positivos.
Rodrigo Polesso conta que um dos passos seguintes é fazer com que os músculos se tornem mais sensíveis à insulina. “É um ponto adicional ao processo de melhoria da saúde”, conta. “A prática de exercícios físicos corretos, principalmente os de resistência (que trabalham os músculos), vai fazer com que eles fiquem mais sensíveis à insulina, absorvam melhor a glicose e também passem a ajudar a diminuir a gordura de forma natural”, explica.
Huang descobriu que os participantes que passaram sem carne foram os melhores em se livrar dos quilinhos extras. Os vegetarianos perderam mais peso em comparação com os carnívoros (cerca de 2kg), e os veganos perderam ainda mais (cerca de 2,5kg). Vegetarianos que consumiam laticínios e ovos perderam cerca de 1,48 kg a mais do que aqueles em uma dieta não vegetariana.
Mas, será que esse método realmente é saudável e traz benefícios para o organismo? É o que muita gente vem me perguntando, desde que publiquei a matéria. E, como sempre que me questionam eu faço questão de responder, fui à busca de informações sobre as vantagens do jejum intermitente, e é o fruto dessa minha pesquisa que compartilho agora com vocês.
Algumas destas modas e novidades podem também ser bastante perigosas. Podem até parecer que funcionam durante algum tempo, mas depois o peso volta a repor-se. A falsidade fundamental em todas estas dietas da moda, como a dieta de Atkins, ou a dieta Zone, é a ideia de que de alguma forma as calorias dos hidratos de carbono são diferentes das calorias das gorduras e das proteínas. Isto é cientificamente ridículo. Toda e qualquer caloria que se ingere contribui igualmente para o eventual ganho de peso, quer seja proveniente de hidratos de carbono, gorduras ou proteínas.
Alecrim (Rosmarinus officinalis), bardana (Arctium lappa), camomila (Matricaria recotita), capim -cidreira (Cymbopogum citrato), cardo-santo ou cardo-mariano (Carduus sanctus), centelha (Centella asiatica), coentro (Coriander spp), dente-de-leão (Taraxicum officinalis), erva-doce (Pinpinella anisum), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), hortelã (Mentha piperita) e sálvia (Salvia officinalis).
No que respeita à dieta alimentar e ao excesso de peso, o chá de gengibre pode atuar de duas maneiras diferentes; Por um lado, as escolhas alimentares pobres e um elevado tecido adiposo (gordura corporal) são mais propícios a ativar o sistema imunitário e aumentar a inflamação e a dor, neste caso, o chá de gengibre irá intervir na redução da dor e da inflamação em indivíduos que sofrem de dores crónicas e outras doenças mediadas pela inflamação.
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