E lembre-se de que boa parte das pesquisas sobre o jejum intermitente ainda está em estágio inicial. Muitos dos artigos mencionados advêm de estudos pouco extensos, de curta duração, ou então, realizados em animais e não em humanos. Muitas dessas questões só poderão ser respondidas com mais firmeza, depois de serem intensificados os estudos realizados com pessoas.
O que dá esse poder ao hibisco? Sobretudo a alta concentração de antocianina – pigmento da família dos flavonoides -, que tem ação antioxidante (tira boa parte dos radicais livres de cena) e anti-inflamatória (combate a inflamação das células, permitindo que elas voltem a exercer totalmente suas funções). Resultado: “O organismo deixa de acumular toxinas – substâncias inimigas que dificultam o emagrecimento”, explica Lucyanna Kalluf, nutricionista funcional especializada em fitoterapia do Instituto Alpha de Saúde Integral, em São Paulo.
Não esqueçamos que esta abordagem da perda de peso não deve ser aplicada em todos os casos. É de salientar que nas primeiras 3-6 semanas, os níveis de apetite e de humor, bem como o estado psicológico de forma geral, ficam (bastante) alterados, podendo comprometer o cumprimento da dieta, mas, normalmente, no final desse período, elesregularizam. É, por isso, fundamental que a pessoa esteja totalmente preparada e mentalizada para esta estratégia e consciente do que ela implica.Ultrapassada a tal fase inicial, normalmente a sensação de fome deixa de ser entendida com o carácter de sacrifício e punição e passa a ser um objetivo a atingir e a superar. Poderá de facto ser um aliado muito importante na gestão do peso.
Pesquisadores da Universidade de Oxford seguiram 35.000 indivíduos com idades entre 20 a 89 por um período de cinco anos e a conclusão foi que veganos são 30% mais propensos a fraturar um osso do que vegetarianos e onívoros. Um estudo posterior feito na Austrália concluiu que vegetarianos tinham ossos 5% menos densos do que os não vegetarianos. Isto pode ser atribuído a um consumo menor de cálcio devido às limitações da dieta. O assunto é sério, osso não dói e a osteopenia/osteoporose pode se desenvolver de forma silenciosa.
Após anos me alimentando de três em três horas vi o ponteiro da balança estacionar e não sair mais do lugar. Decidi então partir para o jejum intermitente, e essa foi a melhor decisão que poderia ter tomado. Emagreci, não sinto que eu tenha ficado flácida e também não passei fome. Optei pelo método 16/8 e 18/6, mantive a musculação 3x por semana, me alimentei bem e não deixei a minha tacinha de vinho tinto de lado????. Recomendo o método para todos aqueles que querem se livrar da escravidão da marmita.
Energia gasta com o efeito térmico dos alimentos: Apesar de ser o menor gasto energético diário, pode ser utilizado como uma boa estratégia por quem quer reduzir gordura corporal. Esse gasto refere-se ao processo de digestão e absorção dos nutrientes, principalmente. É por esse motivo que chamamos alguns alimentos de termogênicos. – aqueles que demandam mais energia para sua digestão e absorção, além de elevar a temperatura corporal.
Feito das folhas e botões mais novos, o chá branco é sua melhor aposta para reduzir a exposição a fluoreto comparado a outros chás emagrecedores. O chá branco é mais eficaz que o chá verde no combate a germes. Ele tem um efeito antibacteriano, antiviral e antifungos. O chá verde para a geração de novas células de gordura ao mesmo tempo que estimula a queima de gordura. As folhas podem ficar em infusão do que outros tipos de chá. É comum que fique em infusão por 1 a 10 minutos.
“Esse dado mostra que, para emagrecer, não é preciso passar por um processo que muitas vezes causa desconforto”, analisa a endocrinologista Maria Edna de Melo, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Que o digam os voluntários de Illinois. “O jejum intermitente teve maior índice de rejeição entre os que seguiram esse plano”, nota o biólogo Bruno Chausse, pesquisador do Laboratório de Metabolismo Energético do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP).
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Os meios de comunicação social dizem que a tendência mais recente é o intervalo de jejum, ou jejum intermitente. Todos falam disso, mas é um assunto tão velho quanto a humanidade. Antigamente, não havia três a quatro refeições por dia na mesa. Os nossos antepassados tinham de caçar e recolher alimentos e permaneciam ativos durante todo o dia. Eram capazes de resistir a longos e frequentes períodos sem alimentos. Com o jejum intermitente, portanto, vivemos de acordo com o nosso relógio biológico natural.
Nesse estudo mais prolongado, ainda se observou que as cobaias submetidas ao jejum tinham concentrações mais altas de radicais livres – em excesso, essas moléculas instáveis danificam as células do corpo. “Portanto, levando em conta nossas pesquisas, o jejum parece gerar benefícios em curto prazo. Mas, lá na frente, poderia ser prejudicial”, interpreta Chausse.
O exercício, em um jejum, pode ser complicado, mas há alguns benefícios poderosos a serem obtidos combinando os dois – especialmente quando você pode obter um treino pesado no final de seu período de “não comer”. Alguns estudos relataram que, após três semanas de jejum normal pela noite, ciclistas de resistência observaram uma recuperação mais rápida pós-treino – sem diminuição no desempenho. Mesmo que este único estudo não seja inteiramente conclusivo, o poder de cura do jejum e as melhorias ao seu sono e hábitos alimentares, definitivamente, ajudam o corpo a se recuperar de um treino, por mais intenso que seja.
O estresse oxidativo é causado por um desequilíbrio na produção do organismo de oxigênio reativo e suas defesas antioxidantes e pode levar a doenças crônicas e câncer. As moléculas instáveis, conhecidas como radicais livres, podem reagir com moléculas importantes como DNA e proteínas – danificando essas moléculas e criando um desequilíbrio. A redução de peso, provocada pelo jejum intermitente regular, pode levar a uma redução no nível de estresse oxidativo do corpo, ajudando a prevenir o desenvolvimento desses males.
Especialista em nutrição otimizada, Rodrigo Polesso não considera o jejum uma dieta, já que a prática não envolve alimentos. Segundo ele, a primeira mudança visível após aderir é a perda de peso: “Só o fato de a pessoa não ingerir nada já é o suficiente para emagrecer”, diz ele. “O outro motivo que contribui para a queima de gordura e consequente perda de peso é que o jejum regulariza os níveis de insulina no sangue, hormônio que armazena gordura.” Polesso explica que praticar jejum intermitente baixa a insulina e abre o acesso para outros hormônios, como glucagon, cortisol e adrenalina, queimarem  a gordura.
Uma barriga saliente é uma das maiores causas de vergonha e frustação para as pessoas na atualidade. E quem não quer encontrar formas de se livrar dela o mais depressa possível, não é mesmo? Para ontem, de preferência. Mas embora seja algo desejável, a verdade é que não se trata de uma tarefa tão fácil assim. Há sim a possibilidade de perder barriga em uma semana (não toda, é claro, especialmente dependendo do tamanho dela), mas isso exige bastante esforço e disciplina para utilizar os meios certos e da maneira certa. Como fazê-lo?
Ao restringir o consumo de alguns alimentos deixamos muitas vezes de ingerir nutrientes essenciais ao nosso organismo. No caso da Dieta Vegetariana, ao serem excluídos alimentos de origem animal, estamos deixando de consumir nutrientes como vitamina B12, cálcio, ferro e zinco. O cálcio é um mineral que participa da formação e manutenção de dentes e ossos, uma drástica restrição em seu consumo a longo prazo pode favorecer o desenvolvimento de osteoporose. Já a vitamina B12 é um micronutriente encontrado exclusivamente em produtos de origem animal e utilizado na síntese de glóbulos vermelhos, atuando na prevenção de anemia. O ferro é uma das maiores preocupações, ao se avaliar a alimentação dos seguidores da Dieta Vegetariana, pois assim como a vitamina B12 esse mineral é um componente fundamental dos glóbulos vermelhos, pois junto como a hemoglobina realiza o transporte de oxigênio na corrente sanguínea. As carnes são as principais fontes desse nutriente, também são encontrados em verduras verde escuro e leguminosas, contudo nesse caso para ser absorvido é preciso a associação com a vitamina C. O zinco também encontrado nas carnes é fundamental para síntese de muitas enzimas assim como desempenha importante papel na formação de proteínas e divisão celular. É importante que os seguidores da Dieta Vegetariana sejam acompanhados por médicos e/ou nutricionistas, pois estes profissionais poderão orientá-los indicando possíveis alternativas para suprir o consumo destes nutrientes, o que geralmente é atingido por meio de suplementação.
— Concordo que a combinação arroz, feijão, bife e batata frita não é a melhor — diz Vilma Blondet. — As frituras devem ser evitadas. Bife só com moderação, porque é rico em gordura saturada e colesterol. Prefira carne branca ou vermelha magra acompanhada de salada verde, hortaliças e sobremesa de fruta. Arroz, os nutricionistas de Harvard só aceitam o integral.

Ser vegetariano é abster-se do consumo de todo os alimentos de origem animal, o que inclui os ovos, laticínios e mel. Àqueles que consomem os derivados de ovos e laticínios dá-se o nome de protovegetarianos, ou seja, aqueles que estão a caminho do vegetarianismo, mas ainda não chegaram lá. "Já quem se abstém do consumo de outros produtos animais para além da alimentação, como o couro, lã, seda ou produtos que tenham sido testados em animais, dá-se o nome de vegano", explica Dr. George.
De acordo com um novo estudo, publicado no ‘Journal of the American College of Nutrition’, essa alimentação acelera o metabolismo reduzindo fatores de risco da síndrome metabólica (conjunto de fatores de risco, essencialmente cardiovasculares, que têm por base a obesidade abdominal) e diabetes tipo 2, assim como contribui para o alcance da perda de peso almejada, melhora o controle da glicemia e aumenta a sensibilidade à insulina.
De acordo com a Universidade de Illinois, outros os benefícios do chá de aipo é ter propriedades anti-inflamatórias, fazendo com que seu consumo seja ideal, como parte do tratamento de doenças como artrite reumática, osteoartrose, asma, gota e bronquite. Além disso, sabe-se que os flavonóides, que tem este vegetal ajuda a ter umas articulações saudáveis.
Tome café antes de malhar. Estudos mostram que a cafeína estimula o sistema nervoso (sem novidades até aqui) e aumenta os níveis de epinefrina, que se manifesta como uma descarga de adrenalina e envia sinais para seu corpo começar a quebrar tecido gorduroso. Então esses ácidos graxos estarão livres para serem usados no sangue.[11] Se quiser ver se funciona para você, tome uma xícara de café antes de se exercitar.
Engana-se quem pensa que os chás, por serem naturais, não oferecem riscos à saúde se consumidos de forma errada. “O consumo exagerado dos chás sem orientação pode causar hipertensão ou hipotensão arterial, arritmia cardíaca, insônia ou gastrites. Alguns chás não devem ser consumidos por gestantes ou lactantes. Por isso, é interessante a prescrição de médico ou nutricionista antes de consumi-los”, lembra a nutricionista Sabrina.
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