Há provas de que contribuem para o aumento do risco de doença cardíaca e cancro. "Carnes magras, pescado, laticínios magros e leguminosas têm uma digestão lenta e libertam gradualmente os amidos, o que lhes confere um índice glicémico mais baixo, tudo efeitos muito positivos, que se associam ao aumento da saciedade e à redução da produção de insulina", refere.
- O gasto calórico de repouso, o metabolismo basal, isto é, o que queimamos sem fazer nada, varia de acordo com genética, idade, peso e massa muscular. Porém a digestão do vegetariano costuma ser acelerada porque ele ingere menos gorduras e mais fibras, e segue uma dieta fracionada, comendo poucas porções em intervalos menores no dia. E come alimentos de alta densidade nutricional e baixas calorias.
Outro protocolo comum é orientar que a pessoa coma apenas quando sente fome de verdade. Nesses casos, só é possível fazer jejum quando são consumidos alimentos com grande poder de saciedade, como proteínas, verduras, legumes e carboidratos ricos em fibras. Esse método, no entanto, não funciona bem com pessoas que seguem dietas ricas em carboidratos simples ou não sabem diferenciar a fome real da vontade de comer devido a ansiedade ou fatores emocionais, por exemplo.
Guilherme Giorelli é nutrólogo e médico do esporte e exercício. Fellow do International College for Advancement of Nutrology e com mestrado em vitamina D, ele organiza eventos como diretor científico da Associação Brasileira de Nutrologia do Rio de Janeiro (ABRAN-RJ), além de ministrar aulas e palestras. Seu dia a dia, porém, é o atendimento de pacientes que buscam cuidar da saúde por meio da alimentação e do exercício.
Evite dietas radicais. Tudo que é extremo não é tão saudável. Seja preparar sucos, jejum ou apenas cortar um grupo de alimentos, se não for sustentável, provavelmente não é tão bom. Você pode ver ótimos resultados inicialmente, mas no longo prazo isso mexe com seu metabolismo e no final acaba tendo impacto negativo em você. Então, repetindo, evite dietas radicais. Seja saudável e evite extremismos.

Ciclo de carboidratos. A ciência por trás dessa linha, que é conhecida entre os adeptos como “ciclar carboidratos” é ter alguns dias na dieta com poucos carboidratos (cerca de 2 gramas por quilo de peso corporal) para fazer seu corpo entrar em estado de queima de gordura catabólico. Os dias de maior ingestão de carboidratos fazem o metabolismo acelerar, pois sem eles o processamento começa a parar.[3]
Chá Verde Estimula o Metabolismo – O principal motivo é a enorme quantidade de potentes antioxidantes naturais presente no chá verde, as Catequinas. Essa substância está presente em maior quantidade no chá verde do que no Chá Preto ou o Chá Oolong (4). Destas Catequinas, o mais importante delas é o EGCG (Galato de Epigalocatequina), uma substância que ajuda estimular o metabolismo, o que favorece a queima de gordura (5).
Este é o retrato da saúde da sociedade moderna. Andamos com a insulina permanentemente elevada, ou seja, passamos a maior parte dos nossos dias em “modo de depósito”. Este dado é fundamental para percebermos como chegámos até aqui. Não foi só a transição para uma alimentação desadequada, mas também o progressivo encurtamento dos períodos de jejum foi determinante para o cenário em que vivemos atualmente.
Não é a primeira dieta que se propõe um regime alimentar à "intermitência". Nos últimos anos, para citar um exemplo, está sendo muito seguido no mundo inteiro o método Dmd (do italiano dieta mima-digiuno), ou seja uma dieta que imita o jejum, criada e experimentada por Valter Longo, um cientista italiano da Universidade do Sul da Califórnia (USC). Sua dieta prevê o jejum de 5 dias por mês, com propósitos também anticâncer.
Estudos em muitos países mostraram que a taxa de morte por doenças cardiovasculares em vegetarianos é muito menor do que nos não-vegetarianos. Pensa-se que a comida vegetariana contém mais fibras, menos gordura, menos colesterol, alta proporção de gorduras poliinsaturadas e gorduras saturadas. A doença arterial coronária é um tipo de doença que está associada com o colesterol no sangue.
Quem gosta de ficar em forma sabe que o mais importante não é o número na balança e sim a porcentagem de gordura corporal. Um percentual "em forma" é de 21-24% para mulheres e 14-17% para homens, mas cada um tem seu próprio nível ideal. Independentemente de onde esteja agora, perder gordura corporal é um desafio puro e simples. Mas, com uma combinação de dieta, atividade física e hábitos conscientes de consumo de gordura, você pode chegar a seu percentual ideal.
Para perder o excesso de gordura corporal, é necessário fazer mudanças na alimentação, nos exercícios e no estilo de vida. Além disso, é preciso garantir que os exercícios e a dieta nova sejam capazes de manter a massa magra enquanto se perde peso. Pode ser difícil perder peso ou gordura corporal rapidamente. Não há milagres ou dietas mágicas que ajudem nessa tarefa. O melhor método de emagrecimento é lento e gradual e toma um período de tempo extenso. Ao adotar uma alimentação e uma rotina de exercícios corretas, é possível perder peso, diminuindo a gordura corporal e aumentando a massa magra.
Ao limitar o carboidrato, normalmente as pessoas aumentam o consumo de gorduras naturais. “É importante parar de incluir gordura artificial, como margarina e óleos vegetais, e priorizar as naturais como azeite, óleo de coco e até banha, que não são tóxicos e ajudam o corpo a funcionar bem”, completa. Aos poucos, você vai se tornando uma máquina de queimar gordura!
Ao longo da nossa história evolutiva muitos foram certamente os momentos em que nos vimos obrigados a um jejum prolongado. Alimentos disponíveis a toda a hora é algo recente para a nossa espécie. Como tal, mal estaríamos se não tivéssemos evoluído com mecanismos para lidar com o jejum e sobreviver a esses períodos de fome. No entanto, a necessidade não é sinónimo de vantagem. Estas adaptações são mecanismos de sobrevivência para um contexto específico, e isso não significa de todo que seja o melhor para a nossa saúde no contexto em que vivemos hoje. E convinhamos que o jejum é uma prática íntima à nossa espécie, romântico por assim dizer. A ideia de que com uma penitência e sacrifício vamos expurgar os pecados da vida mundana. E não serão muitas as religiões que não doutrinam a prática regular ou esporádica de jejuar. Na verdade, muitos dos escassos estudos em modelo humano sobre o jejum intermitente foram realizados com Muçulmanos no Ramadão. 

Uma barriga avantajada é uma das causas mais significativas de frustração e decepção para os indivíduos de hoje. E quem não deseja descobrir métodos para se livrar dela o mais rápido possível, não é? Existe sim a possibilidade de diminuir a barriga em uma semana (não é claro, especificamente dependendo do tamanho), porém isso precisa de muito esforço e disciplina para utilizar os métodos ideais e o melhor método.
O ideal é consumir apenas duas xícaras de chá diariamente dessa combinação. O modo de preparo desse chá consiste em colocar 1 pau de canela e 10 cravos da índia em 500ml de água fervendo e deixar cozinhar por 5 minutos. Assim que retirar o chá do fogo é preciso adicionar o gengibre ralado a gosto e deixar a infusão agir por 3 minutos para então toma-lo.
Ao seguir um método de jejum intermitente, o glucagon e outros hormônios que quebram gorduras ficam mais tempo atuando no organismo, o que facilita a perda de peso. Além disso, o jejum evita grandes picos de insulina o que pode prevenir a resistência à insulina, mas para isso é preciso tomar cuidado para não exagerar nos carboidratos ao retomar a alimentação.
Ao longo da nossa história evolutiva muitos foram certamente os momentos em que nos vimos obrigados a um jejum prolongado. Alimentos disponíveis a toda a hora é algo recente para a nossa espécie. Como tal, mal estaríamos se não tivéssemos evoluído com mecanismos para lidar com o jejum e sobreviver a esses períodos de fome. No entanto, a necessidade não é sinónimo de vantagem. Estas adaptações são mecanismos de sobrevivência para um contexto específico, e isso não significa de todo que seja o melhor para a nossa saúde no contexto em que vivemos hoje. E convinhamos que o jejum é uma prática íntima à nossa espécie, romântico por assim dizer. A ideia de que com uma penitência e sacrifício vamos expurgar os pecados da vida mundana. E não serão muitas as religiões que não doutrinam a prática regular ou esporádica de jejuar. Na verdade, muitos dos escassos estudos em modelo humano sobre o jejum intermitente foram realizados com Muçulmanos no Ramadão. 
Não é a primeira dieta que se propõe um regime alimentar à "intermitência". Nos últimos anos, para citar um exemplo, está sendo muito seguido no mundo inteiro o método Dmd (do italiano dieta mima-digiuno), ou seja uma dieta que imita o jejum, criada e experimentada por Valter Longo, um cientista italiano da Universidade do Sul da Califórnia (USC). Sua dieta prevê o jejum de 5 dias por mês, com propósitos também anticâncer.
Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Surrey, na Inglaterra, analisaram o impacto da dieta 5:2 – que consiste em comer normalmente cinco vezes por semana e ter uma alimentação muito restritiva duas vezes – na capacidade de metabolismo do corpo e na predisposição do organismo limpar a gordura e a glicose após uma refeição, em comparação com as dietas convencionais.
O chá pode ser consumido quente ou frio, nos intervalos das refeições. Evite ingerir a bebida durante as refeições, pois os taninos presentes nela irão atrapalhar a absorção de algumas substâncias, especialmente o ferro e aminoácidos. Não beba o chá preto durante noite porque a cafeína presente na bebida pode dificultar o sono. Quem tem insônia deve tomar a última xícara até às 17:00. Saiba mais sobre chá preto aqui.
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