- Concordo que a combinação arroz, feijão, bife e batata frita não é a melhor - diz Vilma Blondet. - As frituras devem ser evitadas. Bife só com moderação, porque é rico em gordura saturada e colesterol. Prefira carne branca ou vermelha magra acompanhada de salada verde, hortaliças e sobremesa de fruta. Arroz, os nutricionistas de Harvard só aceitam o integral.
Primeiramente nunca corte totalmente os carboidratos de sua dieta! Por quê? Eles desempenham funções primordiais no seu corpo: fundamentais para sistema nervoso central, função estrutural das células e membrana plasmática, regulam o metabolismo proteico e são utilizados como fonte de energia primária. Continue a leitura e veja como utilizar os carboidratos de forma inteligente para eliminar gordura.
Chá Verde Estimula o Metabolismo – O principal motivo é a enorme quantidade de potentes antioxidantes naturais presente no chá verde, as Catequinas. Essa substância está presente em maior quantidade no chá verde do que no Chá Preto ou o Chá Oolong (4). Destas Catequinas, o mais importante delas é o EGCG (Galato de Epigalocatequina), uma substância que ajuda estimular o metabolismo, o que favorece a queima de gordura (5).

A quantidade de ingestão dos chás para emagrecer varia de acordo com o objetivo, a erva escolhida e características individuais. Se o objetivo é perder peso, a nutricionista sugere tomar entre 600 a 1000 ml ao dia. “Porém é muito importante ressaltar que a avaliação profissional é sempre recomendada, já que o consumo alto e constante da infusão de ervas pode ocasionar efeitos colaterais”, alerta a especialista.


O chá pode ser consumido quente ou frio, nos intervalos das refeições. Evite ingerir a bebida durante as refeições, pois os taninos presentes nela irão atrapalhar a absorção de algumas substâncias, especialmente o ferro e aminoácidos. Não beba o chá preto durante noite porque a cafeína presente na bebida pode dificultar o sono. Quem tem insônia deve tomar a última xícara até às 17:00. Saiba mais sobre chá preto aqui.
À primeira vista pode parecer uma bizarrice, mas o método seguido pelo gaúcho radicado no Rio é um protocolo formal adotado em tratamentos contra a obesidade e atende pelo nome de jejum intermitente. E, claro, é cuidadosamente aplicado por profissionais capacitados. Trata-se, basicamente, de cortar, por um período predeterminado e acompanhado de forma criteriosa por especialistas, os alimentos sólidos, sem deixar de beber água e líquidos não calóricos, como chás e cafés — sem açúcar, claro. Na prática, seus seguidores pulam as refeições e, em vez das três habituais, fazem duas ou apenas uma ao dia. O resultado vem na forma de uma perda de peso significativa, consistente e em um espaço de tempo relativamente curto. “O jejum induz o corpo a usar o seu próprio estoque de gordura como fonte de energia rápida, acelerando o emagrecimento. Isso é sabido há muito tempo. O que ninguém conhecia em detalhes era como se dava esse processo, porque cada paciente reage de uma maneira diferente à abordagem”, explica o clínico geral e mestre em endocrinologia Fabiano Serfaty. “Daí a necessi­dade de acompanhamento médico para saber se você pode adotá-lo como mais uma ferramenta — e não a única — na luta contra a obesidade.”
O estudo continuou por 12 semanas, durante as quais os voluntários podiam comer o que desejassem mas só das 10 às 18 horas, e precisavam permanecer em jejum total pelas 16 horas restantes, podendo beber apenas água ou bebidas sem calorias. Os resultados foram então comparados com um grupo controle, correspondendo a um estudo precedente sobre perda de peso, realizado com uma dieta diversa.
Dependendo da alimentação que fazemos podemos por vezes sentir que estamos mais gordinhas… mas na realidade o que estamos é mais inchadas…com retenção de líquidos, que faz com que o corpo pareça mais gordo. O excesso de sal e o facto de bebermos pouca água, por exemplo, são potenciadores desse efeito no nosso organismo, fazendo com que o corpo necessite de reter água.
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