Algumas destas modas e novidades podem também ser bastante perigosas. Podem até parecer que funcionam durante algum tempo, mas depois o peso volta a repor-se. A falsidade fundamental em todas estas dietas da moda, como a dieta de Atkins, ou a dieta Zone, é a ideia de que de alguma forma as calorias dos hidratos de carbono são diferentes das calorias das gorduras e das proteínas. Isto é cientificamente ridículo. Toda e qualquer caloria que se ingere contribui igualmente para o eventual ganho de peso, quer seja proveniente de hidratos de carbono, gorduras ou proteínas.
Este mito decorre da constatação de que quando há restrição calórica diária há uma redução da taxa metabolica basal (TMB), e pelo contrário a sobre-alimentação leva ao seu aumento. Só que nada disso acontece no jejum. Pelo contrário, a TMB aumenta, o que faz sentido do ponto de vista de sobrevivência. Passamos a usar a gordura que fomos armazenando, e dispomos assim de altos níveis de energia que nos permitem procurar mais alimento.7
Rodrigo Polesso conta que um dos passos seguintes é fazer com que os músculos se tornem mais sensíveis à insulina. “É um ponto adicional ao processo de melhoria da saúde”, conta. “A prática de exercícios físicos corretos, principalmente os de resistência (que trabalham os músculos), vai fazer com que eles fiquem mais sensíveis à insulina, absorvam melhor a glicose e também passem a ajudar a diminuir a gordura de forma natural”, explica.

Mas será que parte dessas pessoas está adotando a dieta vegetariana achando que dessa forma vai emagrecer mais rápido? Se este é o motivo, ele tem fundamento. Segundo Dr. George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas, quando comparada a uma dieta onívora, a vegetariana é rica em fibras e água e é mais pobre em gordura, em especial a saturada.

Mulheres grávida ou que estão amamentando precisam de um aporte maior de nutrientes. Durante a gravidez, as necessidades do bebê são constantes. O jejum intermitente na gestação pode levar à desmaios, hipoglicemia e a até o baixo peso do bebê. Já as lactantes precisam de muitos nutrientes, para que possam inseri-los também no leite e garantir que o bebê consiga crescer saudável.
Outra consequência do jejum intermitente é que o metabolismo basal também não desacelera, como muitos pensam. “O metabolismo basal gasta a quantidade de calorias no dia que uma pessoa precisa para manter o mesmo peso. As pessoas acham que não comer vai desacelerar o metabolismo, ou seja, você vai queimar menos calorias. Mas um estudo mostrou que ele continua acelerado até em jejuns bastante longos.”

Existem vários protocolos de jejum: curtos (<24h) , prolongados (>24h) e até mais extensos (>3 dias). Pretendendo ser uma arma terapêutica simples, o período de jejum deve ser adaptado à situação clínica e também enquadra-se no quotidiano e preferências individuais. Ao contrário de seguir recomendações alimentares complicadas, fazer jejum é simples, económico, flexível e conveniente. Uma dica muito simples é jantar mais cedo, e sem qualquer esforço garantir pelo menos as 12h de jejum noturno.
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Além disso, seguir dieta vegetariana por conta própria, sem nutricionista, não emagrece e ainda traz problemas de saúde, lembra Marcela. O organismo começa a ficar pobre em vitamina B12, em proteínas de alto valor biológico e em ferro-heme, aquele mais bem absorvido. Resultado: anemias; pele flácida e sem vida, palidez acentuada, cansaço, apatia, menor percentual de massa muscular, unhas quebradiças e queda de cabelo.
Essa banalização mostra o quanto é importante que reiteremos que o veganismo é um fenômeno ético e político diretamente ligado à libertação animal, e não uma “dieta boa para emagrecer”. Essa reafirmação precisa, como objetivo, impedir que o termo “vegan” perca seu significado libertário e sua carga de consciência política e seja rebaixado a um mero termo caça-níquel, a ser usado em prol de produtos de “boa forma” e da exploração aética do nicho de mercado “vegan-friendly”. Os Direitos Animais dependem da manutenção da força do veganismo como atitude ética e consciente.

O especialista afirma que uma das vantagens do jejum é que a queima de gordura ocorre sem a perda da massa muscular, também conhecida como massa magra. “A massa é mantida porque o jejum eleva o hormônio do crescimento e isso previne qualquer queima de músculo”, diz ele. Polesso explica que o músculo é um tecido metabolicamente ativo, ou seja, ele consome energia e caloria somente por existir. “Perder massa muscular não é adequado para o processo de emagrecimento.”
O fato de você não ter o corpo “dos sonhos” não significa que há algo errado com sua saúde, mas casos de obesidade, anemia e outras doenças crônicas precisam ser tratados. Saber que está tudo certo com você é uma ótima maneira de começar a fazer as pazes com seu corpo, agradecendo por ele estar em perfeitas condições. Saúde em primeiro lugar sempre, porque sem ela não há corpo bonito que garanta a felicidade.
O assunto tem atraído tamanha atenção que, apenas em 2016, mais de uma centena de estudos foi publicada sobre o tema. A indústria farmacêutica vive uma verdadeira corrida a substâncias que induzam quimicamente o efeito provocado pelo jejum nas células para tratar de doenças que vão de câncer a diabetes, passando, claro, pela gordura em excesso. Não à toa, o jejum tem se transformado na opção preferencial de celebridades para alcançar a boa forma. Nos Estados Unidos, estrelas como Beyoncé, Gwyneth Paltrow e Salma Hayek já aderiram ao método. Por aqui no Rio, onde 55,7% da população sofre com o excesso de peso, o regime da boca fechada ganhou uma garota-propaganda em março do ano passado, quando a atriz Deborah Secco deixou os fãs estupefatos ao surgir linda e trincada de biquíni apenas três meses depois do nascimento de sua filha. Em entrevista, ela contou que secou ao adotar o regime do jejum logo após dar à luz Maria Flor, perdendo os 19 quilos decorrentes da gestação, ao comer apenas de 23 em 23 horas. Apesar de não haver consenso quanto ao tempo ideal de jejum, a experiência clínica mostra que, em alguns casos, jejuar por pelo menos seis horas já induz o processo de regeneração celular. “Há cinco anos, era só falar em jejum intermitente para começar uma polêmica entre apoiadores e a turma contrária. Agora a ciência já provou que é um recurso que controla bem a saciedade e de fato funciona”, diz o médico Rodrigo Moreira, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). “Mas é importante lembrar que, quando se come, é fundamental ter uma refeição equilibrada, orientada, com todas as vitaminas e nutrientes necessários.”
Sou adepta ao JI há alguns meses e te aconselharia: almoçar às 12 hrs (se quiser potencializar seu emagrecimento coma muita salada, legumes e carne, frango ou peixe – esses alimentos te dão a sensação que está de estômago cheio e isso vai reduzir sua fome, EVITE carboidratos, mas se não conseguir eliminar eles, coma menos), durante a tarde você pode comer frutas (às vezes eu como até bolacha, mas somente a integral) e um pouco antes de acabar seu horário , que seria às 18hrs, você pode comer por exemplo novamente salada e um filé de frango.
Pratique exercícios. A melhor forma de perder peso de maneira saudável é diminuir a ingestão calórica e aumentar a queima de calorias por meio das atividades físicas. Todos os tipos de atividade aeróbicas são saudáveis e trazem melhoras nos sistemas cardiovascular, nervoso e imunológico, no humor, nas articulações e nos músculos.[10] Tente fazer 150 minutos desses exercícios por semana.
O corpo geralmente entra em modo de fome ou inanição quando a ingestão começa a cair abaixo de 1.200 calorias por dia. Se estiver interessado em usar ciclos calóricos, saiba quantas calorias seu corpo precisa antes de começar a definir os números. Você pode chegar a consumir apenas 1.200 calorias algumas vezes, mas não faça isso em dias seguidos.[4]

3. Faça um exercício que lhe dê prazer - você vai lá, faz sua parte, sua na academia, mas odeia cada minuto que passou. Primeiro que não tem como essa tortura virar rotina na sua vida por muito tempo. Segundo que a atividade física nessa má vontade traz tanto estresse, que solta cortisol no seu organismo. E cortisol é inimigo número um da queima de gordura localizada. “Escolha uma atividade física que proporcione prazer além do simples fato de se movimentar. Cuidar dos aspectos emocional e espiritual é tão importante quanto cuidar da alimentação”, garante a nutricionista Jacqueline Moniz Anversa. Você já tentou de tudo e acha que realmente nasceu para o sofá? Continue buscando algo que traga satisfação. Nem que ela chegue só na hora que acabar o treino na forma de endorfina. Já tentou aulas na piscina?
Concluo reforçando que são necessários mais estudos para podermos assumir uma posição clara, mas os dados que dispomos sugerem que o Jejum Intermitente pode ser uma estratégia viável para perder peso e melhoria metabólica global. Não necessariamente a melhor, mas mesmo assim possível se de alguma forma facilitar a adesão ao deficit calórico, o factor crítico em qualquer estudo da vida real. É importante também sublinhar que como padrão alimentar que é, não dispensa as boas escolhas a nível de alimentos, não é adequado para toda a gente, e os efeitos a longo prazo não são totalmente conhecidos. Nunca como hoje é importante ser céptico, mas receptivo à mudança que acompanha o progresso científico. E neste momento existe uma porta aberta para o IF, mas que não parece ir dar a um local diferente da restrição calórica convencional.
Sim, AB jejuou por 382 dias, bebendo apenas água e tomando suplementos de vitaminas, potássio e sódio. No total, ele perdeu 124.2kg, alcançando seu peso-alvo de 81kg e mantendo a sua perda. Nos 5 anos de observação seguintes, AB ganhou de volta apenas 7.2kg, deixando-o em um território excelente, mas pouco populado (no mínimo 80% dos praticantes de dieta eventualmente recuperam todo o peso perdido). Outros médicos deram atenção. Talvez fosse o fato de ser os aos 60, e todos os tipos de loucuras estarem acontecendo - rebeldia no ar, boa música sendo feita, uma guerra no Vietnã, Ken Kesey e seus Merry Pranksters cruzando os Estados Unidos em um colorido ônibus velho espalhando a palavra, Kevin Arnold e o jovem Marilyn Manson chegando à maioridade em Anytown, EUA - mas por qualquer razão que seja, colocar pacientes obesos em jejuns longos e curtos tornou-se uma prática relativamente comum.
AdoçantesAçúcarCaloriasCancroCasos ClínicosCereaisCortisolDiabetesDistúrbios alimentaresDocumentáriosDoenças cardiovascularesEnvelhecimentoExercícioGenéticaGlútenHormona do crescimentoInfográficosInteresse geralLow-carbMitosNutrição e dietaObesidade InfantilOff-topicOvertrainingOvosPaleoPeso pesadoReflexõesSeminários e eventosSet-pointSonoStressSugestões de leituraSuplementosTestosteronaTiróideUncategorizedUnicórnios da NutriçãoWheyÓmega-3
sei diferenciar FOME de VONTADE como de tudo e continuo emagrecendo cada dia mais,pesava 87kg hoje estou com 78,faço acompanhamento com nutri ,malho de manhã ,musculaçao,a noite 3x na semana vou pra rua com personal,mas 100% é realmente alimentação,precisa termos uma consciencia ,desde quando nao queremos gordura no corpo,TMB NAO DEVEMOS INGERI-LAS ,é maravilhoso ver o resultado,.DIETA+TREINO=FELICIDADE
Bom dia estou fazendo o jejum intermitente de 24 horas a 1 semana e já emagreci 3 quilos, não estou fazendo um dia e pulando outro estou fazendo direto a gente se a costuma com a fome no primeiro dia achei que ia morrer hoje sinto fome sim mas consigo segura estou tomando café sem açúcar e chás esta sendo muito bom, isso pode me trazer algum tipo de problema futuro.
Os pesquisadores descobriram que os obesos que seguiram a dieta 16:8 consumiram menos calorias, perderam peso e tiveram melhoras na pressão arterial. Na verdade, em média, os participantes consumiram cerca de 350 calorias a menos, perderam cerca de 3% do seu peso corporal e viram a sua pressão arterial sistólica diminuir em cerca de 7 mm de mercúrio (mm Hg), a medida padrão de pressão sangue. Todas as outras medidas, incluindo massa gorda, resistência à insulina e colesterol, foram semelhantes ao grupo controle.
Vários especialistas em nutrição concordam que o jejum prolongado é uma maneira potencialmente perigosa e não muito efetiva de perder peso e recomendam um plano de alimentação saudável em que você possa manter sua dieta a longo prazo incluindo alimentos saudáveis e um controle de ingestão de calorias juntamente com um plano de atividades físicas regular.
Obviamente, perder peso não é um passeio. Os médicos costumam dar à perda forçada de gordura corporal o nome de distúrbio eletrolítico. Quem já fez regime sabe que em um primeiro momento, além da fome abissal e do humor azedo, fazem parte do processo espasmos musculares, distúrbios intestinais, tontura, cãibras e outros efeitos desagradáveis. Com o tempo, entretanto, o organismo se acostuma às novas condições e passa a funcionar melhor — ou seja, paciência e disciplina são fundamentais. Em tratamento há quase um ano, a estudante de odontologia Isabela Miranda, 25, aderiu ao jejum nos últimos três meses. “Eu me dei conta de que muitas vezes comia apenas por hábito, não por necessidade”, diz ela, que passou de 76 para 47 quilos.
Ela ocorre através do processo de catabolismo da massa gorda (gordura corporal). Isto acontece quando há degradação de massa magra (tudo que não é gordura no corpo) ou gorda, sempre ocorre seguido de deficit calórico – quando são ingeridas menos calorias do que as necessárias, delimitadas pelo calculo do gasto calórico diário. De maneira mais simples, veja este exemplo que mostra o que é necessário para Marina eliminar gordura.

Estudos têm demonstrado que os alimentos vegetarianos conter mais fibras e menos ácido solúvel em gordura do que os alimentos normais. A fibra pode reduzir a transformação de ácidos biliares primários em secundários - as substâncias que foram mostrados para causar câncer de cólon. ácidos graxos e esteróis podem aumentar o risco de câncer de cólon. Os alimentos vegetarianos também contêm substâncias que podem ajudar a prevenir câncer como antioxidantes e produtos químicos da planta.
Este é o retrato da saúde da sociedade moderna. Andamos com a insulina permanentemente elevada, ou seja, passamos a maior parte dos nossos dias em “modo de depósito”. Este dado é fundamental para percebermos como chegámos até aqui. Não foi só a transição para uma alimentação desadequada, mas também o progressivo encurtamento dos períodos de jejum foi determinante para o cenário em que vivemos atualmente.
Pessoas que seguem uma dieta vegetariana terá menor risco de gota porque não comer proteína animal. Na verdade, dieta vegetariana é especialmente útil para pacientes com alguns artrite reumatóide, ajudá-las sensivelmente reduzir os sintomas de artrite. No entanto, as pessoas devem comer quantidade suficiente de nutrientes para evitar perda de massa muscular e desnutrição. Para as pessoas com osteoartrite, vegetariana não pode ajudar a curar sua condição, mas pode ajudar na prevenção. Na verdade, seguindo uma dieta vegetariana pode ajudar as pessoas a evitar osteoartrite devido ao alto consumo de estrogênio vegetal.
Dieta: Substâncias termogênicas estão naturalmente presentes em alguns alimentos. Chás como o chá verde, chá branco e oolong podem promover a perda de peso aumentando temporariamente a termogênese em seu corpo. Um estudo publicado no International Journal of Obesity em 2005 relata que a ingestão desses ingredientes termogênicos pode aumentar o seu metabolismo em 4% a 5% e a queima de gordura em 10% a 16%.
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