Quando se trata de perder gordura, uma dieta vegetariana é duas vezes mais eficaz do que a carnívora. De acordo com novo estudo, publicado no periódico científico Journal of the American College of Nutrition, essa alimentação acelera o metabolismo reduzindo fatores de risco da síndrome metabólica e diabetes tipo 2, como contribui para o alcance da perda de peso almejada, melhora o controle da glicemia e aumenta a sensibilidade à insulina.
Por último, saiba que todo o cenário de perda de peso e gordura corporal gira em torno de um conceito vital e em constante mudança: Estar acima do peso, portanto, precisando perder gordura corporal, continua sendo um resultado direto da ingestão de muita comida e não fazendo exercício suficiente. Agora, com este último, permita-me isolar o seu maior obstáculo provável. O problema número um é que você ouve essa mesma notícia com muita perda de gordura corporal e com tanta frequência que seu cérebro entra instantaneamente no modo DESLIGAR ou desligar. Ou seja, a tendência a assumir a síndrome “Eu Já Estive Antes, Ouvi Tudo Antes, Já Acabou E Nunca Funciona Para Mim” entra em ação imediatamente.

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Por mais que você sinta a falta de determinados alimentos no começo da dieta vegetariana, vai se acostumar com o tempo com as frutas, verduras e legumes. Além disso, como o emagrecimento acontece mais rápido, isso acaba servindo como incentivo, especialmente quando as pessoas ao seu redor começarem a notar a sua nova silhueta e as suas roupas ficarem largas.
Isso é importante porque o aumento da gordura subfascial em pacientes com diabetes tipo 2 tem sido associado à resistência à insulina, portanto, reduzir isso poderia ter um efeito benéfico sobre o metabolismo da glicose. Além disso, a redução da gordura intramuscular pode ajudar a melhorar a força muscular e a mobilidade, particularmente em pessoas mais velhas com diabetes.
Sou adepta ao JI há alguns meses e te aconselharia: almoçar às 12 hrs (se quiser potencializar seu emagrecimento coma muita salada, legumes e carne, frango ou peixe – esses alimentos te dão a sensação que está de estômago cheio e isso vai reduzir sua fome, EVITE carboidratos, mas se não conseguir eliminar eles, coma menos), durante a tarde você pode comer frutas (às vezes eu como até bolacha, mas somente a integral) e um pouco antes de acabar seu horário , que seria às 18hrs, você pode comer por exemplo novamente salada e um filé de frango.
Pessoas que seguem uma dieta vegetariana terá menor risco de gota porque não comer proteína animal. Na verdade, dieta vegetariana é especialmente útil para pacientes com alguns artrite reumatóide, ajudá-las sensivelmente reduzir os sintomas de artrite. No entanto, as pessoas devem comer quantidade suficiente de nutrientes para evitar perda de massa muscular e desnutrição. Para as pessoas com osteoartrite, vegetariana não pode ajudar a curar sua condição, mas pode ajudar na prevenção. Na verdade, seguindo uma dieta vegetariana pode ajudar as pessoas a evitar osteoartrite devido ao alto consumo de estrogênio vegetal.

O jejum intermitente, quando mal feito ou seguido sem orientação de um profissional de saúde, pode levar a problemas graves, como desnutrição, desidratação, hipoglicemia, fraqueza muscular, dificuldades de concentração, entre outros... Isso ocorre principalmente quando o jejum é feito sem o acompanhamento de um profissional de saúde ou por pessoas contraindicadas a este tipo de dieta.
O jejum intermitente, quando mal feito ou seguido sem orientação de um profissional de saúde, pode levar a problemas graves, como desnutrição, desidratação, hipoglicemia, fraqueza muscular, dificuldades de concentração, entre outros... Isso ocorre principalmente quando o jejum é feito sem o acompanhamento de um profissional de saúde ou por pessoas contraindicadas a este tipo de dieta.
Graduada pela USP, é especialista em saúde pública e mestre em gestão da clínica. Possui experiência em palestras e grupos educativos focados na prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e em atendimentos individuais personalizados. Apaixonada pela profissão, por novas experiências culinárias e por tudo o que leva a um estilo de vida saudável. Praticante de exercícios funcionais, Pilates e corrida nas horas vagas.

Anis estrelado é uma fruta colhida a partir de pequenas árvores verdes conhecidas como Illicum Verum. A árvore é nativa da China e tem sido usada há séculos como um tratamento para problemas digestivos. Sintomas como diarreia, náusea e constipação são comumente tratados com chá de anis estrelado. No entanto, o seu uso mais popular é o aumento do metabolismo e a promoção da perda de peso.
O exercício, em um jejum, pode ser complicado, mas há alguns benefícios poderosos a serem obtidos combinando os dois – especialmente quando você pode obter um treino pesado no final de seu período de “não comer”. Alguns estudos relataram que, após três semanas de jejum normal pela noite, ciclistas de resistência observaram uma recuperação mais rápida pós-treino – sem diminuição no desempenho. Mesmo que este único estudo não seja inteiramente conclusivo, o poder de cura do jejum e as melhorias ao seu sono e hábitos alimentares, definitivamente, ajudam o corpo a se recuperar de um treino, por mais intenso que seja.
Alimentação com elevado teor de hidratos de carbono e açúcares + várias refeições ao longo do dia > Hiperestimulação crónica da insulina > depósito progressivo de gordura e incapacidade de a usar como fonte de energia > perturbação dos mecanismos da fome e saciedade, aumento patológico da gordura corporal > resistência do organismo ao excesso de insulina > secreção de ainda mais insulina para tentar compensar a resistência > agravamento da obesidade à qual se associam a diabetes tipo 2, elevação do colesterol, hipertensão arterial, elevação do ácido úrico, fígado gordo, apneia do sono… doença cardiovascular e morte prematura!!!
Cada vez mais pessoas sofrem de intolerância à histamina. As histaminas podem encontrar-se em muitos tipos de alimentos, como vinho, carne fumada e alimentos enlatados, mas também em algumas frutas e legumes. Outros alimentos estimulam a produção de histaminas pelo próprio corpo. Os sintomas são semelhantes aos das alergias (erupções cutâneas, fadiga, problemas gastrointestinais, etc.) e ocorrem frequentemente após as refeições.
Os estudos que conhecemos com o IF em humanos são curtos em duração, curtos demais para percebermos o efeito que este padrão alimentar tem realmente na composição corporal e saúde quando adoptado para a vida, ou por um longo período de tempo. Pensando de uma forma evolucionista, o jejum será um sinal externo de ausência de alimento e de um ambiente hostil. Nestas condições o corpo é obrigado a mobilizar reservas, mas ao mesmo tempo garantir que no futuro conseguimos lidar melhor com um factor de stress semelhante – criar mais reservas. Estas adaptações são mediadas hormonalmente por um aumento do cortisol, redução das hormonais sexuais (estradiol e testosterona), leptina, e T3. Pela minha experiência, a tendência a médio-longo prazo da prática de IF é um aumento da acumulação de gordura na faixa abdominal, frontal e flancos essencialmente, e perda de massa muscular generalizada. Um padrão que podemos designar por “falso magro”, com um peso normal mas com uma elevada relação entre a gordura abdominal e membros. Nas mulheres é também comum ocorrerem distúrbios do ciclo menstrual decorrentes da diminuição da leptina, estradiol e progesterona. Consequências reversíveis com a mudança de práticas alimentares.
Quando se faz refeições pequenas a toda hora, o corpo está constantemente produzindo insulina e nunca chega ao estágio de queima. Além disso, nunca vai se sentir 100% satisfeito. Por isso, em vez de fazer de cinco a seis refeições pequenas por dia, faça três refeições principais maiores e dois lanches. É a mesma ideia ajustada para ser mais eficaz.[5]
Quem gosta de ficar em forma sabe que o mais importante não é o número na balança e sim a porcentagem de gordura corporal. Um percentual "em forma" é de 21-24% para mulheres e 14-17% para homens, mas cada um tem seu próprio nível ideal. Independentemente de onde esteja agora, perder gordura corporal é um desafio puro e simples. Mas, com uma combinação de dieta, atividade física e hábitos conscientes de consumo de gordura, você pode chegar a seu percentual ideal.
O jejum ativa o processo de autofagia, em que o organismo decompõe e recicla células velhas e cansadas. Conduz desta forma a uma "reprogramação metabólica profunda" quando se prolonga vários dias e faz o corpo reduzir a produção da hormona igF-1, cujos "níveis elevados, numa fase mais avançada da vida, parecem acelerar o envelhecimento e provocar cancro", realça ainda o especialista.
Não pule refeições: esse é um erro que muita gente comete, até mesmo sem perceber, devido à correria do dia a dia. Pular refeições e ficar longos períodos sem se alimentar é um dos fatores que contribui para o armazenamento de gordura. Isso porque nosso organismo entende que é necessário estocar gordura, a fim de fornecer energia para o nosso corpo funcionar corretamente nos períodos em que fica sem receber energia proveniente dos alimentos. Sendo assim, o ideal é se alimentar se 3 em 3 horas;
Alguns dizem que é bom levantar pesos antes da atividade aeróbica, pois ela acaba com o estoque de glicogênio, e então quando chega a hora da musculação já não tem mais energia. E quando não consegue levantar os pesos não desenvolve massa muscular. No entanto, isso é mais importante para os fisiculturistas que buscam hipertrofia do que para quem só quer perder as dobrinhas na barriga.
Normalmente mulheres aguentam períodos de jejum menores do que os homens. Isso ocorre porque eles possuem mais massa muscular, portanto tem reservas maiores de glicogênio, outra fonte de energia do corpo que é armazenada justamente nos músculos e muito usada durante o jejum. O ideal é que elas sigam jejuns de até 12 horas, enquanto os homens podem chegar a até 14 horas.
Ao fazer a infusão é muito importante não deixar a água ferver. Coloque a água no fogo e espere formar as primeiras bolhas. Então, acrescente duas colheres de sopa das folhas da erva na água, desligue o fogo e deixe por cinco a dez minutos, abafando. Para reduzir o efeito estimulante, experimente descartar essa primeira água e então repetir o processo. Depois de pronto, ele deve ser conservado em um recipiente de vidro na geladeira ou em garrafa térmica, e suas propriedades permanecem intactas por apenas 24 horas. Saiba mais sobre chá verde aqui.
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