O assunto tem atraído tamanha atenção que, apenas em 2016, mais de uma centena de estudos foi publicada sobre o tema. A indústria farmacêutica vive uma verdadeira corrida a substâncias que induzam quimicamente o efeito provocado pelo jejum nas células para tratar de doenças que vão de câncer a diabetes, passando, claro, pela gordura em excesso. Não à toa, o jejum tem se transformado na opção preferencial de celebridades para alcançar a boa forma. Nos Estados Unidos, estrelas como Beyoncé, Gwyneth Paltrow e Salma Hayek já aderiram ao método. Por aqui no Rio, onde 55,7% da população sofre com o excesso de peso, o regime da boca fechada ganhou uma garota-propaganda em março do ano passado, quando a atriz Deborah Secco deixou os fãs estupefatos ao surgir linda e trincada de biquíni apenas três meses depois do nascimento de sua filha. Em entrevista, ela contou que secou ao adotar o regime do jejum logo após dar à luz Maria Flor, perdendo os 19 quilos decorrentes da gestação, ao comer apenas de 23 em 23 horas. Apesar de não haver consenso quanto ao tempo ideal de jejum, a experiência clínica mostra que, em alguns casos, jejuar por pelo menos seis horas já induz o processo de regeneração celular. “Há cinco anos, era só falar em jejum intermitente para começar uma polêmica entre apoiadores e a turma contrária. Agora a ciência já provou que é um recurso que controla bem a saciedade e de fato funciona”, diz o médico Rodrigo Moreira, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). “Mas é importante lembrar que, quando se come, é fundamental ter uma refeição equilibrada, orientada, com todas as vitaminas e nutrientes necessários.”
Em média, o peso que se perde durante o nosso programa de jejum e desintoxicação é entre 0,25kg e 0.5kg por dia. Algumas pessoas perdem mais, outras menos. Infelizmente, parece que aquelas pessoas mais desesperadas para perder peso, e que já tentaram muitos tipos de programas diferentes, acabam por ser aquelas com mais dificuldades em se livrarem dos quilos a mais. O nosso corpo é extremamente inteligente, e se já experimentou um ou mais programas de dietas, ele aprende a sobreviver com um mínimo de energia e quando é privado de alimentos entra num modo de sobrevivência e torna-se muito mais difícil perder peso.
Em conclusão, se já tivesse sido descoberto o método ideal de perda de peso, não continuaríamos em busca de novas abordagens. O essencial neste objectivo é que opte pela solução que melhor sirva a sua motivação, a sua preferência e a sua capacidade de a cumprir, pois os resultados poderão, na maioria dos casos, ser muito semelhantes entre as várias opções.

As dietas veganas só incluem produtos de origem vegetal para suprir as necessidades alimentícias e de nutrientes do organismo. Sendo assim, ela não possui qualquer produto animal, como carne, peixe, ovos, mel ou laticínios.[1][2] Os veganos são mais saudáveis e magros e têm menos colesterol, pressão mais baixa e poucos riscos de ter doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer.[3][4] Se você quer adotar esses hábitos para perder peso, entenda o que a dieta envolve, como ingerir todos os nutrientes necessários e evitar o que é nocivo.

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Pessoas que seguem uma dieta vegetariana terá menor risco de gota porque não comer proteína animal. Na verdade, dieta vegetariana é especialmente útil para pacientes com alguns artrite reumatóide, ajudá-las sensivelmente reduzir os sintomas de artrite. No entanto, as pessoas devem comer quantidade suficiente de nutrientes para evitar perda de massa muscular e desnutrição. Para as pessoas com osteoartrite, vegetariana não pode ajudar a curar sua condição, mas pode ajudar na prevenção. Na verdade, seguindo uma dieta vegetariana pode ajudar as pessoas a evitar osteoartrite devido ao alto consumo de estrogênio vegetal.
Mas cuidado: as palavras "vegan" e "vegetariano" apenas definem o que as pessoas que seguem esta dieta, não comem, enquanto por trás do conceito de 'dieta baseada em vegetais' se esconde a definição do que realmente é consumido. Por que dizer não aos produtos de origem animal, não significa necessariamente comer alimentos saudáveis, advertem os pesquisadores.

Há provas de que contribuem para o aumento do risco de doença cardíaca e cancro. "Carnes magras, pescado, laticínios magros e leguminosas têm uma digestão lenta e libertam gradualmente os amidos, o que lhes confere um índice glicémico mais baixo, tudo efeitos muito positivos, que se associam ao aumento da saciedade e à redução da produção de insulina", refere.
Engana-se quem pensa que os chás, por serem naturais, não oferecem riscos à saúde se consumidos de forma errada. “O consumo exagerado dos chás sem orientação pode causar hipertensão ou hipotensão arterial, arritmia cardíaca, insônia ou gastrites. Alguns chás não devem ser consumidos por gestantes ou lactantes. Por isso, é interessante a prescrição de médico ou nutricionista antes de consumi-los”, lembra a nutricionista Sabrina.
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