A autofagia (do Grego auto-, significa “próprio“, e phagein, significa “comer“) é um processo no qual o organismo se recicla a si próprio, garantindo a energia e “material” para o restauro celular. A autofagia é um processo fundamental na resposta do organismo ao stress, na eliminação de bactérias e vírus após infecções, no desenvolvimento embrionário e diferenciação celular e na eliminação de proteínas “danificadas” (fundamental para combater o envelhecimento e doenças associadas). A perturbação da autofagia está associada a doenças como a diabetes tipo 2, Parkinson, entre outras.
A principio, nos primeiros dias de jejum, não é recomendado treinar depois de muito tempo sem comer, sob o risco de sentir náuseas, fortes dores de cabeça e tontura. Após esse período de adaptação, muitos praticantes já relataram total tranquilidade para fazer o treino, dentro da janela ou não. Pode ser que seja questão de costume, pode ser que algumas pessoas não se adaptem. Alguns médicos, nutricionistas e educadores físicos tem defendido e estudado os treinos durante jejum. De qualquer forma, para nós, “meros mortais”, que treinamos apenas em busca de um corpo bacana, definição leve e saúde, e não profissionalmente, o ideal é tentar treinar sempre durante as janelas de alimentação. Vamos falar mais sobre isso logo a seguir.
Não, desde que você tenha uma alimentação saudável, rica em nutrientes, ingerindo regularmente boas fontes de proteínas, gorduras e hortaliças. O problema maior é que algumas pessoas, num estilo de vida nada saudável, pulam o café da manhã, não se exercitam, mas terminam comendo vários doces e alimentos processados desde o período da manhã – para compensar.

Sustituye los cereales refinados (pan, pasta, arroz blanco) por cereales integrales, ya que te darán una mayor sensación de saciedad y además aportan más nutrientes. Para asegurarte de que sean integrales debes mirar el etiquetado y los ingredientes, el primer ingrediente debe ser el cereal en su forma integral o grano entero (Ejemplo: trigo integral, grano de trigo entero).

Uma teoria sobre isso, de acordo com o diretor do Laboratório de Neurociências do Instituto Nacional do Envelhecimento, Mark Mattson, é que o estresse brando que o jejum intermitente coloca no corpo, proporciona uma ameaça constante – aumentando as poderosas defesas celulares do corpo contra potenciais danos moleculares. O jejum intermitente também estimula o corpo a manter e reparar tecidos e tem benefícios antienvelhecimento, mantendo todos os órgãos e células funcionando de forma eficaz.

É realmente alarmante o número de pessoas que praticam atividades físicas, se alimentam bem, mas mesmo assim ainda não conseguem atingir o corpo dos seus sonhos. No entanto, o que elas e provavelmente você também não saiba é que existe uma maneira de contribuir para que o processo de emagrecimento seja mais rápido e você consiga atingir, definitivamente, o corpo que sempre sonhou.


O corpo geralmente entra em modo de fome ou inanição quando a ingestão começa a cair abaixo de 1.200 calorias por dia. Se estiver interessado em usar ciclos calóricos, saiba quantas calorias seu corpo precisa antes de começar a definir os números. Você pode chegar a consumir apenas 1.200 calorias algumas vezes, mas não faça isso em dias seguidos.[4]
A turma da barriga vazia seguiu um modelo assim: no dia da privação, devia consumir 25% das necessidades calóricas. Complicou? Bem, vamos supor que, normalmente, esses indivíduos pudessem ingerir 2 mil calorias. Então, no jejum, teriam à disposição somente 500 calorias. Por outro lado, no dia seguinte estavam liberados para chegar a 125% das suas necessidades calóricas, isto é, 2 500 calorias. Em resumo: ora comiam míseras 500 calorias, ora se refestelavam com cinco vezes mais do que isso. Já entre a parcela que passou pela restrição clássica, a orientação foi cortar, todos os dias, 25% das necessidades calóricas habituais – seria o equivalente a comer 1 500 calorias em vez de 2 mil.
O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins. Esta bebida evita o acúmulo de gordura. Uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura no corpo.
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