Marina deseja perder 10 quilos em uma semana. Para isso ocorrer, primeiramente, ela deve descobrir seu gasto calórico diário. Após descoberto que seu GCD é 2000 calorias, ela diminuiu 500 calorias do mesmo, desta forma começou a perder peso. Todavia após um tempo ela não perdeu mais peso (ficou com seu peso estagnado) e não sabia o que fazer mais. O que vou lhe mostrar neste artigo é uma forma inteligente de lidar com as calorias e potencializar seus resultados. Mas antes disto é necessário quebrar alguns mitos deste processo, para estar tudo muito claro para você leitor.

Os programas dos Moinhos Velhos não foram criados especificamente para perder peso. O nosso programa de jejum de sumos com Yoga, Meditação e Terapias Holisticas é dirigido á desintoxicação e purificação do Corpo, da Mente e do Espírito. Nós não podemos garantir a quantidade de peso que se poderá perder, mas podemos garantir que se irá livrar de grandes quantidades de toxinas acumuladas e de mucos.
Este é o retrato da saúde da sociedade moderna. Andamos com a insulina permanentemente elevada, ou seja, passamos a maior parte dos nossos dias em “modo de depósito”. Este dado é fundamental para percebermos como chegámos até aqui. Não foi só a transição para uma alimentação desadequada, mas também o progressivo encurtamento dos períodos de jejum foi determinante para o cenário em que vivemos atualmente.
Um grupo de investigadores do Instituto de Medicina Clínica e Experimental, em Praga (República Checa), analisou 74 pessoas com diabetes tipo 2 que participaram numa dieta vegetariana ou numa dieta típica “antidiabética”, que seguiu as recomendações oficiais da Associação Europeia para o Estudo de Diabetes. Todos os participantes estavam restritos a uma dieta de 500 calorias por dia.
Existem vários protocolos de jejum: curtos (<24h) , prolongados (>24h) e até mais extensos (>3 dias). Pretendendo ser uma arma terapêutica simples, o período de jejum deve ser adaptado à situação clínica e também enquadra-se no quotidiano e preferências individuais. Ao contrário de seguir recomendações alimentares complicadas, fazer jejum é simples, económico, flexível e conveniente. Uma dica muito simples é jantar mais cedo, e sem qualquer esforço garantir pelo menos as 12h de jejum noturno.
Estrelas da equipe brasileira de nado sincronizado nos Jogos Olímpicos do Rio, as irmãs gêmeas Bia, de 1,63 metro, e Branca Feres, de 1,65, mudaram de vida com o fim da competição. Adeptas de uma rotina espartana de treinos, elas se afastaram das piscinas e como consequência ganharam, em apenas três semanas, respectivamente, 6 e 8 quilos. Ao adotarem a dieta do jejum, secaram 6 quilos cada uma em três meses. “De manhã, passei a tomar só um café preto. E em dias mais corridos pulava o almoço. Ficava mais leve e mais disposta depois, mas sempre nos preocupamos com a escolha correta dos alimentos que consumíamos”, conta Bia, que voltou imediatamente aos treinamentos, mesmo que isso significasse se exercitar com a barriga roncando.
A quantidade de ingestão dos chás para emagrecer varia de acordo com o objetivo, a erva escolhida e características individuais. Se o objetivo é perder peso, a nutricionista sugere tomar entre 600 a 1000 ml ao dia. “Porém é muito importante ressaltar que a avaliação profissional é sempre recomendada, já que o consumo alto e constante da infusão de ervas pode ocasionar efeitos colaterais”, alerta a especialista.
Um problema associado ao Jejum Intermitente é a falta de suporte científico em estudos de boa qualidade metodológica, e em modelo Humano. São escassos os trabalhos conclusivos com a amostra, duração, desenho experimental, grupo controlo, e variáveis adequadas. Os modelos de jejum são também dispares, o que dificulta a comparação dos estudos. Tudo isto gera confusão entre a comunidade científica, quanto mais entre a população geral que todos os dias é bombardeada com novos milagres para os seus males. A grande maioria dos trabalhos é em modelo animal, e existem algumas diferenças entre o Homem e os ratinhos que convém ter em conta. Têm uma taxa metabólica por unidade de massa cerca de 12 vezes superior ao Homem, com vias metabólicas únicas que não encontramos na nossa espécie. E talvez o mais importante para a questão, um ritmo circadiano inverso ao nosso. São noctívagos. Isto não é um mero pormenor tendo em conta que as refeições são também elas um mecanismo de regulação cronobiológica, e o facto das experiências serem realizadas durante o dia é um viés importante a considerar. Para além de se tratarem de animais doentes, stressados e sedentários, que rapidamente se transformam em bolas de pêlo gordas sem mais nada para fazer do que comer a ração ração artificial e barata disponível nos biotérios. São animais com uma longevidade menor do que os seus pares selvagens, e o simples facto de comerem menos da porcaria que habitualmente comem já é suficiente para resultados positivos.

Como água, osso, músculo e outros órgãos do corpo, a gordura também está lá para dar estrutura ao corpo. A gordura corporal é de dois tipos de gordura de armazenamento e gordura essencial. A gordura essencial é necessária para desempenhar funções normais do corpo e também é depositada no SNC, músculos, órgãos e medula óssea. Gordura de armazenamento acumulada abaixo da pele. É necessário pelo corpo como uma folha protetora e isolante, mas quando aumenta nos resultados no ganho de peso.
O chá pode ser consumido quente ou frio, nos intervalos das refeições. Evite ingerir a bebida durante as refeições, pois os taninos presentes nela irão atrapalhar a absorção de algumas substâncias, especialmente o ferro e aminoácidos. Não beba o chá preto durante noite porque a cafeína presente na bebida pode dificultar o sono. Quem tem insônia deve tomar a última xícara até às 17:00. Saiba mais sobre chá preto aqui.

Outro benefício proporcionado pelo jejum é a autofagia - a reciclagem das células mortas -, tema que garantiu o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia ao cientista Yoshinori Ohsumi em 2016. O pesquisador japonês estudou o processo de reciclagem das células quando a pessoa está em jejum. “Pode-se dizer que é uma espécie de ‘limpeza’ para se certificar de que o corpo está funcionando bem”, afirma Polesso.

Hmmm, percebeu algo ? Todos esses mecanismos lidam com queima de gordura especificamente. Enquanto pode haver algum esquisito por aí que está preocupado com a redução da densidade mineral óssea enquanto mantém tecido adiposo, eu apostaria que que o que a maioria das pessoas quer dizer com "perder peso" é "perder gordura". De tudo o que acabei de listar, parece que jejuar queima gordura, ao invés de simplesmente peso. Mas e sobre o que a Sabedoria Convencional afirma, que jejuar aumenta a degradação muscular - talvez porque o seu corpo vai reconhecer a natureza letal de toda aquela gordura saturada entupidora de artérias e vai escolher consumir o músculo ao invés ? Isso é verdade ?


Esse pormenor garante-lhes uma concentração de antioxidantes e substâncias termogénicas cerca de 40% maior do que a do chá verde. A sua preparação não difere, contudo, da deste chá. Basta colocar a água a ferver e, antes de surgirem as primeiras bolhas, acrescente a erva, usando duas colheres de sopa rasas para um litro de água ou duas colheres de chá rasas para uma chávena de água). Abafe por cinco minutos e coe.
- O gasto calórico de repouso, o metabolismo basal, isto é, o que queimamos sem fazer nada, varia de acordo com genética, idade, peso e massa muscular. Porém a digestão do vegetariano costuma ser acelerada porque ele ingere menos gorduras e mais fibras, e segue uma dieta fracionada, comendo poucas porções em intervalos menores no dia. E come alimentos de alta densidade nutricional e baixas calorias.
Mas os potenciais benefícios que os estudos em animais sugerem vão além da perda de peso e composição corporal – estimulação de factores neurotróficos e neuroplasticidade, redução da inflamação, menor stress oxidativo, maior sensibilidade à insulina, redução da pressão arterial, longevidade, entre outros. A redução da inflamação poderá estar associada ao aumento do cortisol que se verifica em restrição calórica e privação alimentar, com a redução dos níveis de leptina e aumento da adiponectina. A maior actividade da AMPK em restrição energética pode também explicar grande parte dos potenciais benefícios do jejum, incluindo a autofagia, renovação celular, o aumento da capacidade antioxidante, e sensibilidade à insulina. Mas mais uma vez podemos constatar que não se tratam de benefícios do jejum por si, mas sim da restrição energética. Tal como o aumento da longevidade, pela redução do consumo de oxigénio e metabolismo, com menor formação de radicais livres e agressão celular.
Alguns estudos clínicos já publicados sugerem que ingerir a maior parte das calorias na primeira metade do dia parece ser mais favorável para perda de peso comparando duas dietas de idêntico valor energético e diferente distribuição diária. E na mesma linha, mais eficaz a garantir um bom controlo glicémico e perda de peso em diabéticos. Dados epidemiológicos também corroboram a hipótese de que um consumo energético elevado ao final do dia se associa a maior ganho de peso, mas sem considerar o aporte calórico diário total. O nosso organismo responde a biorritmos bem orquestrados e definidos a nível central pelo núcleo supraquismático sensível à luz, e a “relógios periféricos” regulados por inputs nervosos e estímulos periódicos, como o simples horário das refeições e até o seu valor nutricional. Respondemos diferentemente a uma refeição mediante a altura do dia em que é ingerida pois as respostas fisiológicas variam de acordo com o nosso ritmo circadiano. De manhã o efeito térmico facultativo das refeições é superior, e a tolerância aos hidratos de carbono maior devido à necessidade de reposição do glicogénio hepático, gasto no período nocturno. O modelo de IF não é rígido quanto ao período ideal de jejum, mas a verdade é que por comodidade a maior parte das pessoas opta por o fazer no período da manhã, quando deveria ser precisamente ao contrário.

Querendo emagrecer sem fazer dietas da moda nem exercícios? Claro que existem opções para perder peso como alimentação balanceada, esportes. Mas pode se optar por medicamentos como remédio para emagrecer como a sibutramina, orlistat, liraglutida, anfepramona e outros que ajudam no emagrecimento e inibidor de apetite. Mas cuidado com efeitos colaterais e comprar somente com bula e receita médica ou nutricionista na area da saúde.
Ao longo da nossa história evolutiva muitos foram certamente os momentos em que nos vimos obrigados a um jejum prolongado. Alimentos disponíveis a toda a hora é algo recente para a nossa espécie. Como tal, mal estaríamos se não tivéssemos evoluído com mecanismos para lidar com o jejum e sobreviver a esses períodos de fome. No entanto, a necessidade não é sinónimo de vantagem. Estas adaptações são mecanismos de sobrevivência para um contexto específico, e isso não significa de todo que seja o melhor para a nossa saúde no contexto em que vivemos hoje. E convinhamos que o jejum é uma prática íntima à nossa espécie, romântico por assim dizer. A ideia de que com uma penitência e sacrifício vamos expurgar os pecados da vida mundana. E não serão muitas as religiões que não doutrinam a prática regular ou esporádica de jejuar. Na verdade, muitos dos escassos estudos em modelo humano sobre o jejum intermitente foram realizados com Muçulmanos no Ramadão. 
Com sua dieta em mãos, os exercícios cardiovasculares podem acelerar a queima de gordura, utilizando-se das calorias extras. No entanto, se você se empolgar muito com eles podem prejudicar o seu progresso. Excesso de atividade cardio pode auxiliar em uma perca muscular grande. Além disso, a atividade vai fazer você se sentir mais esgotado e cansado!

Assim como Harvard, ela recomenda um cardápio com água, chás e pouco café, legumes, verduras, frutas, cereais integrais, leite e derivados magros, frutas oleaginosas, azeite extravirgem, ervas aromáticas, molho de tomate caseiro, vinho tinto moderado, suco de frutas (naturais), especiarias, peixes, frango orgânico, ovos caipiras ou orgânicos. E é a favor de até 300g de carne de boi magra por semana, divididas em duas a três refeições semanais.
O chá verde possui forte ação termogênica. Isto ocorre por dois motivos. Primeiro, a bebida conta com cafeína em sua composição que tem efeito estimulante e contribui para a queima mais intensa de calorias, especialmente de gorduras. Além disso, o chá verde possui polifenóis que inibem a ação de uma enzima chamada catecol-O metiltransferase microssomal hepática. Quando a ação desta enzima é impedida a termogênese aumenta.
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