Estou com a mesma estrutura sua o mesmo peso 91 quilos, treino pesado a uns 16 meses e continuo barrigudo de verdade só que grande pra cima músculos, então li agora sua experiência e fiz sem querer essa semana jejum intermitentes, minha última refeição foi as 20:00 horas e fiquei sem fome até as 14:00 depois que cheguei da academia, comi proteínas e salada apenas. Uma semana perdi 2 quilos, alias 5 dias, to me sentindo bem e tranquilo porém o final de semana chegou e geralmente tomo uma gelada e bastante ai volta tudo de novo, pretendo aguentar ficar sem beber algumas semanas se aguentar.
Aproveitando-se da crença de que veganismo é nada mais do que uma dieta vegetariana “emagrecedora” e nem sempre vem associada com ética animal, empresas que não estão nem aí para a miséria dos animais lançam linhas de produtos alimentícios “vegan-friendly”, sem ingredientes de origem animal e não testados em animais, a preços maiores do que os dos similares não veganos. E aí o público que realmente é vegano – com seu sentido original de respeito aos animais – e os vegetarianos que se acham “veganos” vão em massa comprar esses produtos.
Com o objetivo de avaliar o potencial da perda de peso de cada grupo, todos os participantes tiveram suas dietas limitadas a 500 calorias diárias, menos do que precisavam para manter o peso. Depois de seis meses, aqueles que seguiram a dieta vegetariana perderam, em média, seis quilos, contra apenas três quilos a menos naqueles que seguiram a dieta convencional.
Mulheres grávida ou que estão amamentando precisam de um aporte maior de nutrientes. Durante a gravidez, as necessidades do bebê são constantes. O jejum intermitente na gestação pode levar à desmaios, hipoglicemia e a até o baixo peso do bebê. Já as lactantes precisam de muitos nutrientes, para que possam inseri-los também no leite e garantir que o bebê consiga crescer saudável.
Os estudos que conhecemos com o IF em humanos são curtos em duração, curtos demais para percebermos o efeito que este padrão alimentar tem realmente na composição corporal e saúde quando adoptado para a vida, ou por um longo período de tempo. Pensando de uma forma evolucionista, o jejum será um sinal externo de ausência de alimento e de um ambiente hostil. Nestas condições o corpo é obrigado a mobilizar reservas, mas ao mesmo tempo garantir que no futuro conseguimos lidar melhor com um factor de stress semelhante – criar mais reservas. Estas adaptações são mediadas hormonalmente por um aumento do cortisol, redução das hormonais sexuais (estradiol e testosterona), leptina, e T3. Pela minha experiência, a tendência a médio-longo prazo da prática de IF é um aumento da acumulação de gordura na faixa abdominal, frontal e flancos essencialmente, e perda de massa muscular generalizada. Um padrão que podemos designar por “falso magro”, com um peso normal mas com uma elevada relação entre a gordura abdominal e membros. Nas mulheres é também comum ocorrerem distúrbios do ciclo menstrual decorrentes da diminuição da leptina, estradiol e progesterona. Consequências reversíveis com a mudança de práticas alimentares.
Embora muitas pessoas bebam chá apenas por sua qualidade calmante e sabor, cada xícara também pode ajudar com o emagrecimento. Substituir bebidas de alto teor calórico, como suco ou refrigerante, por chá pode ajudar a reduzir a ingestão total de calorias e pode levar à perda de peso. Além disso, muitos tipos de chá são especialmente ricos em compostos benéficos para todo o corpo.
Desde o início do século passado que os cientistas têm explorado a hipótese de que a redução calórica possa prolongar o tempo de vida das pessoas, bem como a sua qualidade de vida, resultando daí benefícios para a saúde em geral. Desde então, as conclusões associadas à redução de 30-40% da energia consumida mostravam que se podia prolongar a esperança média de vida em cerca de um terço, com uma clara redução também na incidência de doenças e seus factores de risco. Estudos mais recentes, dos últimos dez anos, têm vindo a confirmar e reforçar esta ideia, mostrando resultados na melhoria da sensibilidade à insulina, dos níveis de colesterol e da perda de peso, com regulação do controlo do apetite e da saciedade.
Começando a abundância de carboidratos em uma dieta vegetariana plano de perda de peso são importantes, pois são uma boa fonte de energia rápida para antes e depois de um treino. Mas lembre-se de ficar longe de comida vegetariana que contém uma grande quantidade de açúcar refinado, amido ou farinha branca, que só fazem você ganhar peso e pode deixar você com mais fome do que antes.

Kahleová acrescenta que os resultados são particularmente importantes para doentes de diabetes tipo 2 e síndrome metabólica: “Esta descoberta é importante para pessoas que estão a tentar perder peso, incluindo pessoas que sofrem de síndrome metabólica e diabetes tipo 2. Mas também é relevante para qualquer pessoa que leve a sério o seu controlo de peso e queira permanecer saudável.”
Os pesquisadores descobriram que os obesos que seguiram a dieta 16:8 consumiram menos calorias, perderam peso e tiveram melhoras na pressão arterial. Na verdade, em média, os participantes consumiram cerca de 350 calorias a menos, perderam cerca de 3% do seu peso corporal e viram a sua pressão arterial sistólica diminuir em cerca de 7 mm de mercúrio (mm Hg), a medida padrão de pressão sangue. Todas as outras medidas, incluindo massa gorda, resistência à insulina e colesterol, foram semelhantes ao grupo controle.
Faça treinamento aeróbico cruzado. Há duas coisas que você precisa evitar: platô e tédio. Os dois são péssimos de formas diferentes. Qual a melhor forma de combatê-los? Cross training – ou treinamento cruzado. Isso basicamente significa que você vai praticar várias atividades diferentes, enganando sua mente e corpo. Sua cabeça não pensa: "Ai, de novo?!" e seus músculos não ficam acostumados e param de trabalhar.
O motivo, de acordo com os médicos responsáveis pela pesquisa, mostra que a ingestão abundante de grãos integrais, frutas e vegetais podem desempenhar papeis favoráveis em dietas vegetarianas. Além disso, produtos integrais e legumes, geralmente têm um baixo índice glicêmico, não acumulando níveis de açúcar no sangue. O fato ajuda a retardar a velocidade à qual o alimento sai do estômago e assegura uma boa digestão.
Outras substâncias (enzimas e mucilagens) presentes na planta agem em áreas diferentes. No estômago, facilitam a digestão; no intestino, impedem parte da absorção do carboidrato e da gordura dos alimentos; e nos rins, anulam temporariamente a ação do hormônio antidiurético, quando o organismo aproveita para se livrar do excesso de líquidos. Ainda não acabou: “O hibisco tem vitamina C, que diminui a pressão na parede dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação, e cálcio, mineral importantíssimo para os ossos e um facilitador na perda de peso, segundo estudos recentes”, afirma a bióloga Lúcia Helena Guerra Arantes, de Belo Horizonte.
Para evitar deficiências nutricionais é essencial cuidar muito bem do que se põe no prato. De acordo com a American Dietetic Association, não é necessário que a complementação do perfil de aminoácidos seja absolutamente precisa, e nem é preciso que ocorra exatamente na mesma refeição, ou seja, a proteína consumida no almoço pode ser complementada com a proteína ingerida no jantar ou em qualquer outra refeição do dia, para melhorar a qualidade do conjunto de aminoácidos essenciais utilizados pelo corpo.
Cortar carboidratos do prato, comer uma dieta rica em proteínas e praticar exercícios físicos duas vezes por semana. Este é um resumo das principais dietas populares que grande parte das pessoas seguem para emagrecer. No entanto, um estudo realizado pelo E-DA Hospital, em Taiwan, mostrou que aqueles que seguem uma dieta vegana atingem melhor os seus objetivos. As informações são do ‘The Daily Mail’. 
O jejum pode ser indicado inclusive para pessoas com resistência à insulina que queiram controlar o quadro. No entanto, isso deve ser feito com o acompanhamento de um endocrinologista, pois nem todas as pessoas respondem bem a períodos prolongados de jejum. Além disso, se você toma algum remédio para a resistência à insulina, pode ter hipoglicemia se ficar muito tempo sem se alimentar, o que pode levar a fraqueza, desmaios e outros problemas.
Cada vez mais pessoas sofrem de intolerância à histamina. As histaminas podem encontrar-se em muitos tipos de alimentos, como vinho, carne fumada e alimentos enlatados, mas também em algumas frutas e legumes. Outros alimentos estimulam a produção de histaminas pelo próprio corpo. Os sintomas são semelhantes aos das alergias (erupções cutâneas, fadiga, problemas gastrointestinais, etc.) e ocorrem frequentemente após as refeições.

Quando se fala em emagrecer e queimar gordura, a primeira palavra que vem à cabeça da maioria das pessoas é dieta. Mas essa é exatamente a palavra que deve ser retirada do vocabulário, conforme explica Rodrigo Polesso, especialista em Nutrição Otimizada para Saúde e Bem-Estar pela Universidade Estadual de San Diego, Califórnia (EUA), e líder do movimento Tribo Forte. “O que você precisa é transformar seu metabolismo e definir um estilo de vida capaz de destreinar seu corpo a acumular gordura”, conta. A recomendação do especialista? Seguir estas 7 atitudes:

O chá pode ser consumido quente ou frio, nos intervalos das refeições. Evite ingerir a bebida durante as refeições, pois os taninos presentes nela irão atrapalhar a absorção de algumas substâncias, especialmente o ferro e aminoácidos. Não beba o chá preto durante noite porque a cafeína presente na bebida pode dificultar o sono. Quem tem insônia deve tomar a última xícara até às 17:00. Saiba mais sobre chá preto aqui.

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