Uma outra limitação nos estudos que sugerem um impacto metabólico positivo do jejum é não serem claros quanto ao tempo ideal sem comer. É incerto se 16 horas de jejum é mais favorável do que 12 horas, por exemplo. Pessoalmente, e pelos motivos mencionados acima, sou favorável a jejuns nocturnos entre 10-12 horas, até ao pequeno-almoço do dia seguinte. Os ciclos de depleção/repleção do glicogénio hepático são reguladores periféricos do nosso relógio biológico. O fígado comunica o seu status energético com o cérebro através do nervo vago, e condiciona o seu próprio metabolismo. A sensibilidade à insulina e capacidade de captação da glicose aumenta substancialmente após um jejum de duração suficiente para depletar as suas reservas. E convém salientar que o glicogénio muscular não é afectado pelo prolongamento do jejum uma vez que apenas é mobilizado em situações de esforço físico. Em repouso o músculo utiliza preferencialmente ácidos gordos e glicose captada de circulação após refeições. Na verdade, a actividade física muda tudo, pois independentemente da hora em que ocorre, o pós-treino será sempre um momento importante para ingestão de hidratos de carbono e aporte significativo de energia.
Durante um jejum, as células do corpo começam a realizar um processo chamado autofagia. Ao longo do tempo, as proteínas disfuncionais ou danificadas podem crescer dentro das células, e este processo de remoção de resíduos ajuda o corpo a eliminar esse excesso de material. Este processo é uma parte fundamental da capacidade do corpo de se reparar e se desintoxicar, e alguns pesquisadores afirmaram que o aumento da autofagia oferece um impulso na proteção de uma série de doenças, incluindo o câncer e a doença de Alzheimer.
No caso da dieta com jejum em dias alternados, nos dias de jejum (1 ou 2 dias por semana) é permitido que a pessoa ingira entre 500 ou 600 calorias (cerca de 75% de restrição calórica), consoante é mulher ou homem, respetivamente, e nos restantes dias pode comer “livremente”. Entenda-se que este “livremente” deve sempre seguir algumas regras e sobretudo haver bom senso e equilíbrio, pois nos dias de jejum há muitos nutrientes essenciais que não são ingeridos e que devem ser repostos nos dias de não-jejum (vitaminas, proteínas, minerais, gorduras essenciais e fibra). Também é de reforçar que em todos os dias do plano, a hidratação se reveste de especial importância, pois, se nos dias de jejum ajuda não só a hidratar mas também a mascarar a sensação de fome, nos restantes dias auxilia na reposição do funcionamento ótimo do organismo.
E lembre-se de que boa parte das pesquisas sobre o jejum intermitente ainda está em estágio inicial. Muitos dos artigos mencionados advêm de estudos pouco extensos, de curta duração, ou então, realizados em animais e não em humanos. Muitas dessas questões só poderão ser respondidas com mais firmeza, depois de serem intensificados os estudos realizados com pessoas.
Mas será que parte dessas pessoas está adotando a dieta vegetariana achando que dessa forma vai emagrecer mais rápido? Se este é o motivo, ele tem fundamento. Segundo Dr. George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas, quando comparada a uma dieta onívora, a vegetariana é rica em fibras e água e é mais pobre em gordura, em especial a saturada.
Outra consequência do jejum intermitente é que o metabolismo basal também não desacelera, como muitos pensam. “O metabolismo basal gasta a quantidade de calorias no dia que uma pessoa precisa para manter o mesmo peso. As pessoas acham que não comer vai desacelerar o metabolismo, ou seja, você vai queimar menos calorias. Mas um estudo mostrou que ele continua acelerado até em jejuns bastante longos.”
Concluo reforçando que são necessários mais estudos para podermos assumir uma posição clara, mas os dados que dispomos sugerem que o Jejum Intermitente pode ser uma estratégia viável para perder peso e melhoria metabólica global. Não necessariamente a melhor, mas mesmo assim possível se de alguma forma facilitar a adesão ao deficit calórico, o factor crítico em qualquer estudo da vida real. É importante também sublinhar que como padrão alimentar que é, não dispensa as boas escolhas a nível de alimentos, não é adequado para toda a gente, e os efeitos a longo prazo não são totalmente conhecidos. Nunca como hoje é importante ser céptico, mas receptivo à mudança que acompanha o progresso científico. E neste momento existe uma porta aberta para o IF, mas que não parece ir dar a um local diferente da restrição calórica convencional.
O chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamada Hibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins. Esta bebida evita o acúmulo de gordura. Uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura no corpo.
Você já ouviu falar que uma porção de carne terá 133 litros de água para o processo de produção de carne? Este é comparado com um bruto de dois a cinco litros por porção da maioria dos alimentos de origem vegetal. Na fase da água faltando mundo a cada dia, o que todo mundo precisa fazer é salvar tanta água quanto possível para salvar a vida dos outros em particular, e vidas do planeta em geral. O aumento da água também aumenta a quantidade de água empresas cobrar-lhe, para que não são apenas afetando os outros por comer muita carne, mas também levantando muitas exigências, incluindo a água para o processamento de alimentos.
5. Beba bastante água - a hidratação é essencial para quase todas as funções do corpo humano e ajuda a manter a temperatura corporal estável. É muito comum em dietas restritivas a perda de peso ser pura desidratação. Não existe uma quantidade certa de líquido ideal para todos. Ela depende das atividades físicas, clima, peso, metabolismo, dieta, etc. O único jeito de saber se você está ingerindo uma boa quantidade de água é olhando para o seu xixi. Se ele estiver amarelo-claro, está tudo certo. Se estiver escuro ou com odor forte, aumente já a quantidade diária.
Anis estrelado é uma fruta colhida a partir de pequenas árvores verdes conhecidas como Illicum Verum. A árvore é nativa da China e tem sido usada há séculos como um tratamento para problemas digestivos. Sintomas como diarreia, náusea e constipação são comumente tratados com chá de anis estrelado. No entanto, o seu uso mais popular é o aumento do metabolismo e a promoção da perda de peso.
Este chá para além de ajudar no emagrecimento, ajuda na desintoxicação do organismo! Ele acelera o metabolismo e colabora na digestão de gorduras. Óptimo para quando fazem uma refeição mais pesada! As folhas de alcachofra são o ingrediente perfeito para limpar essas gorduras. Basta ferver 1l de água e com o fogo já apagado, acrescentem 1 xícara de folhas de alcachofra. Depois deixem descansar por dez minutos. Coem e bebam até três xícaras deste chá por dia.
×