Os meios de comunicação social dizem que a tendência mais recente é o intervalo de jejum, ou jejum intermitente. Todos falam disso, mas é um assunto tão velho quanto a humanidade. Antigamente, não havia três a quatro refeições por dia na mesa. Os nossos antepassados tinham de caçar e recolher alimentos e permaneciam ativos durante todo o dia. Eram capazes de resistir a longos e frequentes períodos sem alimentos. Com o jejum intermitente, portanto, vivemos de acordo com o nosso relógio biológico natural.
Os estudos que conhecemos com o IF em humanos são curtos em duração, curtos demais para percebermos o efeito que este padrão alimentar tem realmente na composição corporal e saúde quando adoptado para a vida, ou por um longo período de tempo. Pensando de uma forma evolucionista, o jejum será um sinal externo de ausência de alimento e de um ambiente hostil. Nestas condições o corpo é obrigado a mobilizar reservas, mas ao mesmo tempo garantir que no futuro conseguimos lidar melhor com um factor de stress semelhante – criar mais reservas. Estas adaptações são mediadas hormonalmente por um aumento do cortisol, redução das hormonais sexuais (estradiol e testosterona), leptina, e T3. Pela minha experiência, a tendência a médio-longo prazo da prática de IF é um aumento da acumulação de gordura na faixa abdominal, frontal e flancos essencialmente, e perda de massa muscular generalizada. Um padrão que podemos designar por “falso magro”, com um peso normal mas com uma elevada relação entre a gordura abdominal e membros. Nas mulheres é também comum ocorrerem distúrbios do ciclo menstrual decorrentes da diminuição da leptina, estradiol e progesterona. Consequências reversíveis com a mudança de práticas alimentares.
Outras substâncias (enzimas e mucilagens) presentes na planta agem em áreas diferentes. No estômago, facilitam a digestão; no intestino, impedem parte da absorção do carboidrato e da gordura dos alimentos; e nos rins, anulam temporariamente a ação do hormônio antidiurético, quando o organismo aproveita para se livrar do excesso de líquidos. Ainda não acabou: “O hibisco tem vitamina C, que diminui a pressão na parede dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação, e cálcio, mineral importantíssimo para os ossos e um facilitador na perda de peso, segundo estudos recentes”, afirma a bióloga Lúcia Helena Guerra Arantes, de Belo Horizonte.
Com base nos resultados, a dieta vegetariana pode fazer perder duas vezes mais peso do que uma dieta somente de restrição calórica. Na dieta vegetariana, 60% das calorias vieram de carboidratos, 15% de proteínas e 25% de gordura. Já na convencional dieta antidiabética, 50% vieram de carboidratos, 20% de proteínas e 30% de gorduras, limitando as saturadas em 7%.
A autofagia (do Grego auto-, significa “próprio“, e phagein, significa “comer“) é um processo no qual o organismo se recicla a si próprio, garantindo a energia e “material” para o restauro celular. A autofagia é um processo fundamental na resposta do organismo ao stress, na eliminação de bactérias e vírus após infecções, no desenvolvimento embrionário e diferenciação celular e na eliminação de proteínas “danificadas” (fundamental para combater o envelhecimento e doenças associadas). A perturbação da autofagia está associada a doenças como a diabetes tipo 2, Parkinson, entre outras.
Não é à toa que quase todas as religiões do mundo praticam algum tipo de jejum, porque se acredita que jejuar pode levar a uma sensação profunda de espiritualidade. Estudos demonstraram que o jejum pode ajudar a regular o humor, reduzindo os níveis de ansiedade e estresse. Na verdade, é recomendado como um tratamento natural para uma variedade de problemas emocionais e sexuais. A prática vai ajudá-lo também a se sentir mais conectado à natureza e ao mundo ao seu redor, e você se beneficiará, tendo uma mente clara e uma visão positiva sobre a vida.
Para fazer a receita desse chá seca barriga você irá precisar derreter 10 colheres de sopa de açúcar e adicionar 1 litro de água, quando ele começar estiver a ponto de queimar. Em seguida adicione 5 cravos da índia, 2 paus de canela, semente e polpa de um maracujá e pedaços de 1 maçã. Mexa bem e deixe ferver por 10 minutos, desligue e beba ainda quente.
É realmente alarmante o número de pessoas que praticam atividades físicas, se alimentam bem, mas mesmo assim ainda não conseguem atingir o corpo dos seus sonhos. No entanto, o que elas e provavelmente você também não saiba é que existe uma maneira de contribuir para que o processo de emagrecimento seja mais rápido e você consiga atingir, definitivamente, o corpo que sempre sonhou.
Mas será que parte dessas pessoas está adotando a dieta vegetariana achando que dessa forma vai emagrecer mais rápido? Se este é o motivo, ele tem fundamento. Segundo Dr. George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas, quando comparada a uma dieta onívora, a vegetariana é rica em fibras e água e é mais pobre em gordura, em especial a saturada.
Por mais que você sinta a falta de determinados alimentos no começo da dieta vegetariana, vai se acostumar com o tempo com as frutas, verduras e legumes. Além disso, como o emagrecimento acontece mais rápido, isso acaba servindo como incentivo, especialmente quando as pessoas ao seu redor começarem a notar a sua nova silhueta e as suas roupas ficarem largas.
Mais uma dieta do chá? Sim, mas ela começa com uma notícia surpreendentemente gostosa: o chá de hibisco não é amargo. Tem sabor suave de framboesa – dá até para sentir aquele azedinho da fruta -, além de proporcionar vários efeitos positivos no organismo: estimula a queima de gordura corporal, facilita a digestão, regulariza o intestino e combate a retenção de líquido. Ou seja, é um aliado e tanto na perda de peso.

Chá Verde influencia os Hormônios a Queimar Gordura – O EGCG ativo no Chá Verde também, aumenta os efeitos de alguns hormônios da queima de gordura. Inibindo uma enzima que quebra o hormônio noradrenalina (8). Quando esta enzima é inibida, a quantidade de norepinefrina aumenta (9). Este hormônio é usado pelo sistema nervoso como um sinal para as células de gordura, dizendo-lhes para quebrar a gordura.
Para o jejum começar a fazer efeito e a trazer benefícios, Polesso afirma que é preciso ficar mais de 12 horas sem comer. Ele costuma indicar o protocolo 16/8, no qual o paciente permanece 16 horas em jejum e faz todas as refeições no período de 8 horas, mas existem pessoas que ficam até 24 horas sem se alimentar. “Quem costuma jantar às 20h, por exemplo, pode pular o café da manhã no dia seguinte e almoçar às 12h", explica. "O paciente ficará 16 horas sem comer, incluindo o tempo em que estiver dormindo.”

Tanto o gengibre quanto o chá de gengibre contam com substâncias termogênicas que tem a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e elevando a queima de gordura. É interessante fazer a infusão de pedaços de gengibre frescos. O chá de gengibre ainda ajuda no tratamento de gripes, tosses e resfriados. Ele também hidrata o corpo e ajuda a eliminar toxinas, o que irá contribuir ainda mais para o emagrecimento.


A autofagia (do Grego auto-, significa “próprio“, e phagein, significa “comer“) é um processo no qual o organismo se recicla a si próprio, garantindo a energia e “material” para o restauro celular. A autofagia é um processo fundamental na resposta do organismo ao stress, na eliminação de bactérias e vírus após infecções, no desenvolvimento embrionário e diferenciação celular e na eliminação de proteínas “danificadas” (fundamental para combater o envelhecimento e doenças associadas). A perturbação da autofagia está associada a doenças como a diabetes tipo 2, Parkinson, entre outras.
Quando você reduz drasticamente sua ingestão de calorias por um longo período de tempo, você inevitavelmente vai perder peso. Mas essa privação de calorias também pode causar alguns problemas de saúde, além da perda de músculo e massa magra. Além disso, quando você começa um jejum, seu corpo entra em um modo de conservação, no qual queima as calorias mais devagar para economizar energia.
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Quando se fala em emagrecer e queimar gordura, a primeira palavra que vem à cabeça da maioria das pessoas é dieta. Mas essa é exatamente a palavra que deve ser retirada do vocabulário, conforme explica Rodrigo Polesso, especialista em Nutrição Otimizada para Saúde e Bem-Estar pela Universidade Estadual de San Diego, Califórnia (EUA), e líder do movimento Tribo Forte. “O que você precisa é transformar seu metabolismo e definir um estilo de vida capaz de destreinar seu corpo a acumular gordura”, conta. A recomendação do especialista? Seguir estas 7 atitudes:
O corpo geralmente entra em modo de fome ou inanição quando a ingestão começa a cair abaixo de 1.200 calorias por dia. Se estiver interessado em usar ciclos calóricos, saiba quantas calorias seu corpo precisa antes de começar a definir os números. Você pode chegar a consumir apenas 1.200 calorias algumas vezes, mas não faça isso em dias seguidos.[4]
Exercícios físicos: A maioria dos protocolos de jejum intermitentes populares também recomendam treinamento de força e musculação, que são muito importantes para queimar a gordura corporal e manter a massa magra. É normal que nos primeiros dias você não tenha tanta energia para fazer os exercícios. Apesar de ser mais eficiente treinar em jejum devido à maior facilidade de queimar gordura, tente encontrar o horário mais adequado para a prática de exercícios, de modo que ele seja efetivo e não leve seu corpo à fadiga total.
De acordo com Sabrina, a carqueja é outra planta que pode auxiliar no processo de emagrecimento. “O chá é feito em infusão com as hastes da planta, possui um gosto amargo. Ela é indicada para auxiliar no emagrecimento por ter efeitos diuréticos e laxantes. Também é usada para combater problemas hepáticos, digestivos e no controle da diabetes”, diz.
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